WSL Brasil realiza Festival “Sounds of Surf” para ser visto de casa

Onze artistas se apresentarão ao vivo pelo Instagram diretamente das suas casas, das 18h30 até meia noite deste sábado

WSL Brasil realiza Festival “Sounds of Surf” para ser visto de casa

Para a população que se mantém em isolamento social, a WSL Brasil organizou o festival de música “Sounds of Surf”, para ser assistido em casa. O evento vai acontecer neste sábado, 28, a partir das 18h30. São 11 artistas que irão tocar ao vivo, cada um em sua própria conta do Instagram, a partir de suas casas.

Vão se apresentar no festival “Sounds of Surf” os artistas Armandinho (de Porto Alegre/RS), Teco Padaratz, The Cosmic Surfer Band, Moriel Costa e Chico Martins da banda Dazaranha, Juliana Gorito, Hendo Bayer, Summer Macedo, Paulinho Freitas, Joe Turpel e DJ Bocayuva.

Afirmou Ivan Martinho, CEO da WSL para a América Latina:

“Música é uma parte muito importante da cultura do surfe. Poder contar com um line-up tão bacana e entreter nossos fãs de uma forma diferente nessa quarentena é motivo de alegria para nós”,

A dinâmica do festival feito pelo WSL Brasil é a seguinte: o primeiro artista começa a sua apresentação às 18h30, tocando entre 20 e 30 minutos de música. Assim que terminar sua sessão, ele ou ela convidará os fãs para assistir o próximo show, indicando o perfil de quem se apresentará em seguida. Confira os horários e as indicações do perfil no Instagram Live em que cada apresentação está programada para acontecer:

• 18h30: Hendo Bayer (@hendo_froth)
• 19h00: Moriel Costa / Dazaranha (@dazaranha)
• 19h30: Chico Martins / Dazaranha (@dazarana)
• 20h00: The Cosmic Surfer Band (@thecosmicsurferband)
• 20h30: Paulinho Freitas (@paulinhofreitax)
• 21h00: Juliana Gorito (@juliana.gorito)
• 21h30: Armandinho (@armandinhoebanda)
• 22h00: Teco Padaratz (@tpadaratz)
• 22h30: Summer Macedo (@summermacedo)
• 23h00: Joe Turpel (@joeturpel)
• 23h30: DJ Bocayuva (@marcosbocayuva).

Artistas tem conexões com o surfe


Todos os artistas que participam do festival “Sounds of Surf” tem um pouco da história de suas vidas ligadas ao surfe.

Teco Padaratz, por exemplo, que é surfista e antes de iniciar sua carreira artística, atuou profissionalmente no esporte, tendo sido bicampeão mundial no World Qualifying Series (QS).

Publicou Teco em seu instagran:

O gaúcho Armandinho, músico com uma grande legião de fãs entre os amantes do surfe.

Disse Armandinho:

Participo do evento porque tem muitos sentimentos que são relacionados a esse lifestyle. Surfistas de verdade são transformadores. Eles têm arte e música na veia”, afirma.


Gabriel Gontijo, da The Cosmic Surfer Band, concorda que o surfe não é apenas um esporte, mas um estilo de vida:

“Fui criado em Nova Iorque, uma metrópole urbana sem muita natureza. Hoje em dia não consigo imaginar morar longe do mar”, diz.

Publicaram em seu instagran:

Marcos Bocayuva, o DJ Bocayuva, conta que tem a influência do surfe em sua vida desde a infância.

“Virei surfista por influência de meu pai, que era mergulhador. Permaneci surfista pelo simples prazer de deslizar sobre a água. Através do surfe descobri o mundo e a verdadeira liberdade”, diz.

Summer Macedo compartilha opinião:

“O surfe sempre fez parte da minha família e a gente ama surfar juntos. Peguei meu amor pelo oceano e hoje é a minha carreira. Sou uma pessoa competitiva por natureza, mas o surf competitivo tem outros desafios e pontos positivos que me fazem querer mais e mais. Não consigo imaginar a minha vida sem o surf”, afirma.

Uma história parecida sobre a influência do surfe em sua vida tem Juliana Gorito.

“Minha relação com o surf começou na infância. Sou de Cabo Frio, numa região perfeita para a prática do esporte, que também é a cidade do surfista Vitor Ribas. Acho que todos os meus amigos surfam. Meu pai também surfa e sempre gostou de me levar junto. Não sou surfista, mas minha conexão com o mar é grande”.

#estamosnatorcida.

Portugal tem alta de 31% nas mortes em um dia

A ministra da Saúde de Portugal, Marta Tremido, anunciou neste sábado (28) que foram registradas 34 mortes a mais em decorrência da infecção pelo novo coronavírus, elevando o total para 100.

A integrante do governo revelou ainda que além do aumento de 31% nos óbitos, em comparação com boletim divulgado na véspera, o número de pessoas infectadas subiu 21%, chegando a 5.170. Quase um sexto, 764 pacientes, são médicos, enfermeiros ou auxiliares.

Segundo Temido, a região norte de Portugal segue sendo a mais afetada pelo novo coronavírus, com 3.035 casos registrados e 44 mortes.

A ministra destacou que o principal objetivo do governo neste momento é aumentar o número de testes na população, para conter o contágio em todo o território, já que entre 1º e 26 de março foram realizados 40 mil diagnósticos.

De acordo com a titular da pasta, chegaram ao país nos últimos dias, novos 60 mil testes e outros 200 mil estão sendo aguardados até o fim do mês, junto com 100 toneladas de equipamentos de proteção individual.

A estimativa do governo é que o pico máximo de contágios em Portugal chegue apenas no fim de maio, depois da primeira previsão de que aconteceria em meados de abril, mas sem números expressivos como de Itália e Espanha.

“E durará vários dias”, apontou a diretora geral de Saúde, Graça Freitas”.

Nos últimos dias, cresceu o número de alertas feitos por sindicatos de médicos, enfermeiros, farmacêuticos e outros profissionais de saúde, pela exposição sofrida durante o tratamento de pacientes com covid-19.

Leia mais: Mais de 5 mil profissionais de saúde foram infectados

A queixa é pela falta de material de proteção, principalmente de máscaras, o que seria um dos motivos pelo alto número de contágio entre as diferentes categorias.

Como a Alemanha avança para conter o novo coronavírus e salvar vidas

Em meio ao aumento exponencial das infecções pelo novo coronavírus na Europa, que já registra mais de 286 mil casos e 16 mil mortes, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), países do continente enfrentam sérias dificuldades para lidar com a pandemia.

Até mesmo a organizada e próspera Suíça, afetada em parte pela proximidade com a Itália, pode ver o seu sistema de saúde colapsar devido ao grande número de pacientes.

Um cenário menos caótico, contudo, ocorre na Alemanha. Apesar de mais de 5,7 mil novos casos terem sido contabilizados apenas na sexta-feira (27/3), o país parece administrar a crise de forma mais eficiente que vizinhos como Espanha, França e Itália.

Com mais de 42,2 mil casos registrados, a Alemanha contabiliza 253 mortes, contra mais de 8,1 mil óbitos na Itália, 4 mil na Espanha e 1,6 mil na França. Então, quais estratégias têm sido adotadas por Berlim para desacelerar a pandemia do novo coronavírus?

A Alemanha vem conseguido identificar rapidamente muitos casos de covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus, em especial as infecções mais leves que poderiam passar despercebidas. Assim, é possível isolar os contaminados antes que esses espalhem ainda mais o vírus. Isso ocorre devido à grande quantidade de exames realizados no país.

“O Robert Koch Institute (RKI) recomendou testes gerais muito cedo, a fim de detectar casos o mais rápido possível e diminuir a propagação. Provavelmente, é por isso que começamos a ver os casos muito cedo”, explica à BBC News Brasil uma porta-voz da agência do Ministério da Saúde alemão responsável pelo controle de doenças no país.

“Se você começar a ver mortes, isso indica que o vírus já está ativo na comunidade há algum tempo (o mesmo ocorre com a gripe)”, completa.

Testes em escala

Segundo a Kassenärztliche Bundesvereinigung (Associação Nacional de Médicos Estatutários de Seguros de Saúde da Alemanha), na semana de 9 de março, foram realizados 100 mil exames para identificar a presença da covid-19. Na semana anterior, foram 35 mil. Esses dados são apenas do sistema ambulatorial e não incluem informações de hospitais. Ou seja, os números provavelmente são maiores.

Exames em larga escala têm sido conduzidos em outros países. A Coreia do Sul, onde o índice de mortalidade também é baixo (1,1% contra 0,4% da Alemanha), já realizou mais de 338 mil testes, de acordo com o governo local. Essa abordagem tende a identificar casos mais cedo, permitindo que os infectados sejam isolados rapidamente.

A Itália realizou mais de 258 mil exames até 22 de março, mas a demora inicial para responder à pandemia pode ter reduzido a efetividade da medida. “A Itália não estava preparada. [Teve] um nível baixo de testes e, em grande parte, realizados em pacientes graves e com prognóstico ruim”, diz o especialista em pneumatologia Joachim H. Ficker, da Klinikum Nürnberg, na Bavária.

Os testes para identificar a covid-19, contudo, são caros e não devem ser usados aleatoriamente. O RKI recomenda exames apenas em quem tiver contato próximo com um infectado, quem tenha retornado de áreas de risco ou com casos confirmados, e que tenham pneumonia viral de causa desconhecida e sem nenhuma exposição ao novo coronavírus. Pessoas assintomáticas não costumam ser testadas.

“Identificar o máximo possível de infecções está ajudando a evitar transmissões. Testar e encontrar esses casos é uma estratégia valiosa para permitir que programas impeçam a propagação”, afirma o infectologista Christoph D. Spinner, do Hospital Técnico de Munique, uma das instituições na linha de frente ao combate da pandemia na Alemanha.

Por outro lado, os testes sozinhos não são o bastante. Também é preciso o distanciamento social para retardar o avanço do vírus até que uma vacina esteja disponível.

“Como mais de 70% das infecções resultam de casos não detectados (mesmo que haja muitas triagens), é necessária uma quarentena rigorosa, a fim de reduzir o número de contatos e transmissões”, explica a virologista Ulrike Protzer, professora da Escola de Medicina da Universidade Técnica de Munique.

O governo alemão, entretanto, tem buscado evitar uma quarentena. No domingo passado (22/3), a chanceler Angela Merkel anunciou, após debater com líderes regionais, a proibição de reuniões com mais de duas pessoas, excluindo aqueles que vivem na mesma residência. Também é preciso manter uma distância mínima de 1,5 metros quando em público. Serviços nos quais não é possível manter uma distância de 2 metros, como cabeleireiros e estúdios de tatuagens, serão fechados.

O estado de North Rhine-Westphalia foi além e autorizou multas de até 25 mil euros (R$ 142,4 mil) para aqueles que violarem as regras repetidamente. Quem for pego fazendo um piquenique na região, por exemplo, pode ter que pagar 250 euros (R$ 1,43 mil) cada pela infração.

Grandes aglomerações já haviam sido proibidas e bares, casas noturnas, escolas, universidade e parte do comércio também estavam fechados, em parte devido a recomendações do RKI. “Esperamos que em duas semanas possamos saber se as medidas drásticas adota-das ajudaram a diminuir a propagação do vírus”, afirma o instituto.

Amplo acesso à saúde

Até o momento, o sistema de saúde alemão está sendo capaz de absorver os pacientes que necessitam de tratamento hospitalar. O governo federal anunciou o aumento da sua capacidade de leitos de UTI com ventiladores, de 28 mil para 50 mil.

O governo da capital Berlim também aprovou um plano para construir um hospital com capacidade para atender mil pacientes.

Na Alemanha, toda a população é obrigada a ter seguro de saúde. A grande maioria opta pelo sistema público, pago diretamente pelo contribuinte a seguradoras e que pode ser descontado do imposto de renda. Logo, quase todos os habitantes do país têm acesso a um dos melhores e mais bem equipados sistemas de saúde do mundo.

“Temos um sistema de saúde muito bom na Alemanha. Em contraste, por exemplo, com os Estados Unidos. Todos são cobertos por um plano de saúde e recebem assistência médica de alta qualidade em ambulatório e em hospitais”, diz Protzer.

Resposta ágil

Após observar a gravidade da situação na Itália, os especialistas acreditam que a Alemanha reagiu rapidamente à pandemia e tem conseguido lidar com casos graves e conter o vírus.

“A Alemanha reagiu muito cedo quando um primeiro cluster de infecção foi identificado em janeiro, em Munique. Como resultado, intensa administração e programas foram preparados pelo governo nacional e regional para combater a covid-19”, explica Spinner.

Ainda não se sabe, porém, quanto tempo as medidas de distanciamento social devem durar. “Tudo depende de quão eficiente formos em educar o público e de como as pessoas vão cooperar. Olhando para a China, pode ser preciso ao menos oito semanas para ter sucesso”, avalia Protzer.

Outro fator a ser analisado, explicam os médicos, é a elevada possibilidade de novos surtos do vírus mesmo após a sua contenção. “Haverá um risco remanescente de novos surtos. Teremos que desacelerar o máximo possível a epidemia para evitar o colapso do sistema de saúde e permitir o desenvolvimento de uma terapia e de uma vacina”, afirma a virologista.

Proteção social

O governo alemão adotou diversas medidas para proteger a economia, empresas e trabalhadores afetados pela pandemia. Ainda nesta semana, o Parlamento deve aprovar um superpacote de estímulo emergencial que pode chegar a 750 bilhões de euros (R$ 4,27 trilhões), equivalente a mais da metade de todo o PIB brasileiro em 2019.

Pequenas empresas e freelancers poderão receber até 15 mil euros (R$ 85,5 mil)em subsídios diretos em um período de até três meses casos seus rendimentos sejam afetados pela pandemia. Desta forma, os trabalhadores afetados não precisariam se arriscar para manter sua renda.

Além disso, 400 bilhões de euros (R4 2,28 trilhões) devem estar disponíveis para companhias maiores por meio de um fundo de estabilização.

Outras medidas incluem um programa de crédito ilimitado via o banco estatal de desenvolvimento KfW. Senhorios também não poderão despejar os inquilinos que não conseguirem pagar o aluguel devido à pandemia.

F1 – Wolff responde aos rumores sobre a Aston Martin

Toto Wolff – Mercedes F1 2019

O chefe da equipe Mercedes, Toto Wolff, negou os rumores de que ele vai se tornar CEO da Aston Martin. Foi noticiado que o austríaco partiria para a fabricante britânica de supercarros em 2021 para guiá-los em sua nova aventura na Fórmula 1.

Os rumores começaram quando Wolff perdeu a reunião crucial que aconteceu entre todos os chefes de equipe para discutir a situação do coronavírus. O diretor técnico James Allison foi o substituto do ex-chefe da equipe Williams. Não houve explicação para a ausência de Wolff.

Em 2021, a Aston Martin assumirá a atual equipe Racing Point, depois que seu dono, Lawrence Stroll, comprou uma participação na fabricante de carros britânica. Ele gostaria de atrair Wolff para o seu lado em troca de um emprego como CEO.

Wolff negou este rumor através do WhatsApp ao site Motorsport.com. “A história não é verdadeira, não vou ser o CEO da Aston Martin”, enviou Wolff das Maldivas, onde ele e a sua família passam o seu tempo durante a parada forçada na temporada da Fórmula 1.

Wolff já investiu em equipes. Ele é dono de parte da equipe de Fórmula 1 da Mercedes, e também já foi da Williams e da HWA. Dizem que ele também está interessado em investir na Aston Martin.

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Cristiano aceita corte salarial e doa respiradores a hospital na Madeira

Cristiano Ronaldo segue isolado com sua família na Ilha da Madeira, em Portugal, enquanto a pandemia de coronavírus ainda assola a Itália. Diante deste cenário e a crise financeira no futebol devido à paralisação dos campeonatos, o astro aceitou reduzir parte de seu salário na Juventus, de acordo com o portal “TuttoSport”. Enquanto isso, na Madeira, o secretário de saúde local anunciou uma doação de cinco respiradores por parte do jogador.

Segundo o veículo, Cristiano fez coro ao modelo desenhado por Chiellini, que além de jogador, é formado em Economia e mestre em Administração. O zagueiro teria mostrado a proposta a outros dois líderes do elenco: Bonucci e Buffon. Todos deram aval ao corte de parte dos salários. O valor da fatia não foi divulgado.

As negociações, de acordo com o “TuttoSport”, não foram concluídas, uma vez que a diretoria bianconeri teria apresentado mais de uma opção para os atletas. Mas o desfecho deve ser positivo para o clube diante da aprovação dos principais medalhões do elenco, com destaque para o camisa 7, mais bem pago do elenco com salário anual de líquidos 31 milhões de euros (R$ 176,58 milhões, na cotação atual).

Cristiano Ronaldo tem assumido postura filantrópica durante a crise decorrente do surto de COVID-19. Em Portugal após sua mãe sofrer um AVC, o craque gajo pretende transformar seus hotéis no país em hospitais, e tem doado diversos materiais a unidades de saúde.

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Neymar, Messi, CR7 e o mundo do esporte se unem contra o covid-19

Zagueiro elogia suporte do Red Bull Brasil na quarentena

Assim como a população brasileira, os atletas também estão em suas casas durante a quarentena por conta da pandemia do coronavírus. Seguindo o cronograma do Red Bull Brasil, o zagueiro Luiz Felipe detalhou como está sendo o seu dia a dia.

Segundo o jogador, o contato diário entre ambas as partes é fundamental visando o retorno das atividades do futebol brasileiro.

– Estou fazendo exercícios de corrida e de fortalecimento, divididos em treinos de resistência, agilidade, velocidade, força e potência. O Red Bull mandou uma rotina de treinamentos que vai de segunda a sábado, e diariamente damos o feedback de como estão sendo os treinos. Tudo monitorado por gps e por um aplicativo. Isso nos ajuda muito pois assim temos a carga de treinamentos adequada para que, no retorno, consigamos estar o mais perto possível da forma física ideal – falou o atleta, que também procura estudar em seu momento de lazer.

– Fora os momentos de treino, tenho ficado em casa. As vezes bate um tédio, mas procuro me ocupar com algumas coisas que possam me ajudar futuramente, como cursos de línguas e de finanças – agregou.

A Série A2 do Campeonato Paulista permanece paralisada, assim como os demais estaduais do futebol nacional e a imensa maioria dos campeonatos internacionais.

Sem previsão de retorno, os jogadores continuam treinando em suas residências.

– Estar perto da família é muito bom, e mesmo sem poder sair de casa, essa proximidade com eles é essencial. Nas férias gosto muito de sair de casa e ver os amigos, mas nesse momento o correto é ficar em casa. O momento é de aproveitar o tempo com a família, me preparar fisicamente e estar pronto para voltar a fazer o que mais amo. Espero que seja logo – disse Luiz Felipe.

São Paulo vê evolução e mostra Rojas, Volpi, Walce e Helinho treinando

O São Paulo divulgou neste sábado que os quatro atletas que se recuperam de lesões (o goleiro Tiago Volpi, o zagueiro Walce e os atacantes Helinho e Joao Rojas) estão sendo acompanhados diariamente por profissionais do Reffis com ligações, vídeos e treinos especiais, com todos demonstrando boa evolução.

No “Bom dia, Tricolor”, programa da SPFCtv criado para informar o torcedor durante a pausa dos campeonatos devido ao novo coronavírus, o São Paulo mostrou vídeos de treinamentos desses jogadores. Até semana passada, eles estavam fazendo o tratamento no Reffis, mas agora a orientação é de ficar em casa.

O mais próximo de retornar às atividades normais é Helinho, que teve uma lesão ligamentar no tornozelo esquerdo no fim de março e tinha prazo de recuperação de dois meses, prazo que está bem próximo de se encerrar. Dos quatro machucados, ele é o que tem feito exercícios mais intensos, buscando aprimorar o condicionamento físico.

Tiago Volpi quebrou um osso da mão direita no dia 11 de março e segue com o local imobilizado. Dentro de um mês, ele deverá estar com a fratura calcificada e pronto para treinar com bola. Não se sabe quando a rotina normal de atividades no CT da Barra Funda será retomada.

Joao Rojas vivia a expectativa de iniciar os treinos no gramado em abril. Ele se recupera de duas cirurgias em sequência no joelho direito e não joga desde o fim de 2018. O equatoriano também tem evoluído nos exercícios de força, mas o cuidado com ele é redobrado e o clube jamais estipulou um prazo para o retorno aos jogos.

Já o zagueiro Walce, que rompeu o ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo em janeiro, só deverá ser liberado pelos médicos depois do mês de julho. O prazo de recuperação desse tipo de lesão varia de seis a oito meses.

Todos os jogadores do São Paulo têm treinado em suas casas durante a pausa das competições e, em breve, deverão receber 20 dias de férias coletivas. O clube ainda conversará com seu elenco para definir exatamente o que será feito neste período sem jogos, inclusive no que diz respeito a salários.

Presidente da Uefa: tem três planos para acabar temporada na Europa

Paralisado em razão da pandemia do novo coronavírus, o futebol europeu ainda não tem data para voltar. Diante de um cenário cheio de incertezas, o presidente da Uefa, Aleksander Ceferin, disse que trabalha com várias possibilidades para finalizar todas as competições na Europa.

“Não sabemos quando essa pandemia terminará, mas temos um plano A, B e até C. Estamos em contato com as ligas, com os clubes, há um grupo de trabalho. Temos que esperar, como qualquer outro setor”, disse Ceferin, em entrevista ao jornal italiano La Repubblica.

Ceferin apresentou algumas datas possíveis. Ele crê que a temporada seja reiniciada em breve, mas admite que, se os torneios não forem retomados até o fim de junho, as disputas estão perdidas.

“Poderíamos começar de novo em meados de maio, de junho ou no fim de junho. Então, se não conseguirmos, a temporada provavelmente está perdida”, reconheceu o esloveno. “Há também a proposta de terminar esta temporada no início da próxima, que seria adiada, começando um pouco mais tarde”, acrescentou.

Sobre a redução dos salários dos jogadores, Ceferin enfatizou que não existe “espaço para egoísmos” nesta situação, ressaltando que muitos jogadores estão de acordo. Alguns clubes, como Barcelona e Paris Saint-Germain, já anunciaram a medida, como forma de mitigar o impacto econômico provocado pela pandemia.

O esloveno que comanda desde 2016 a entidade que rege o futebol europeu rechaçou a possibilidade de haver jogos com portões fechados.

“Vamos ver quais são as melhores soluções para as diferentes ligas e clubes. É difícil imaginar todos os jogos de portões fechados, mas agora nem sabemos se vamos retomar, com ou sem espectadores. Se não houver outras alternativas, ainda seria melhor concluir o campeonato”, declarou o presidente da Uefa. “Posso dizer que não penso nas finais da Liga dos Campeões de portões fechados”, reforçou.

O dirigente também rebateu as críticas pela manutenção da disputa de parte das oitavas de final da Liga dos Campeões, especialmente do duelo entre Atalanta e Valencia, disputado em Milão, cidade na região da Lombardia, uma das mais afetadas pela doença na Itália. O prefeito de Bérgamo, também na Lombardia, chegou a dizer que o confronto foi uma “bomba biológica” de propagação da covid-19 na Itália e Espanha.

“Eu vi uma crítica idiota sobre a viagem a Milão, mas em 19 de fevereiro (data da partida) ninguém sabia que a Lombardia seria o centro da epidemia”, considerou.

Botafogo anuncia férias de 20 dias a atletas profissionais e da base

Com o futebol brasileiro paralisado em razão da pandemia do novo coronavírus, o Botafogo anunciou, na última sexta-feira, que vai conceder férias coletivas a atletas do atletas do Departamento de Futebol Profissional, Base e Feminino, entre os dias 1 e 20 de abril. A decisão também é válida para os funcionários que atuam nestas áreas e segue orientação da Comissão Nacional de Clubes (CNC), órgão estatutário da CBF, que representa os times das Séries A, B, C e D.

O Glorioso segue o que foi decidido pelo órgão da CBF, na última quinta-feira, após reunião entre representantes de 30 clubes por videoconferência. Além dos vinte dias de férias, os atletas terão os dez dias de descanso restantes garantidos no final de 2020 ou início de 2021.

A Ferj já havia estabelecido, na última quarta-feira, a suspensão do Campeonato Carioca até o dia 30 de abril. Não há data para que as competições regionais ou nacionais sejam retomadas.

O elenco alvinegro já está afastado das atividades desde o dia 17 de março, com acompanhamento remoto dos atletas pelos profissionais do clube.