‘Cão robô’ reforça medidas de distanciamento social em Cingapura

Um educado cão robô foi encarregado pelas autoridades de Singapura para ajudar a conter as infecções por coronavírus na cidade-estado pedindo que corredores e ciclistas mantenham distância entre eles.

O robô de quatro patas, movimentado por controle remoto e feito pela Boston Dynamics, foi implantado pela primeira vez em um parque central nesta sexta-feira (8), como parte de um teste de duas semanas que pode se juntar a outros robôs que policiam os parques de Singapura durante o confinamento em todo o país.

“Vamos manter Singapura saudável”, disse em inglês o robô amarelo e preto chamado SPOT. “Para sua própria segurança e para os que estão ao seu redor, afaste-se pelo menos um metro. Obrigado”, acrescentou, com uma voz feminina suave.

Apesar da educação, as violações das rígidas regras de quarentena de Singapura podem resultar em pesadas multas e até prisão.

A cidade-estado, com 5,7 milhões de habitantes, possui mais de 21 mil casos, um dos registros mais altos da Ásia, em grande parte devido a infecções em massa entre trabalhadores migrantes que vivem em dormitórios apertados em áreas pouco visitadas por turistas.

De acordo com as regras para manter a quarentena até 1º de junho, os residentes só podem deixar suas casas para tarefas essenciais, como ir ao supermercado, e devem usar uma máscara o tempo todo em público. Exercício ao ar livre é permitido, mas deve ser feito sozinho.

As autoridades responsáveis pelos testes mais recentes – as agências governamentais de tecnologia e segurança cibernética – disseram em comunicado que o SPOT pode se movimentar em terrenos mais difíceis em parques e jardins.

Além de transmitir mensagens lembrando aos visitantes as medidas de distanciamento social, o SPOT é equipado com câmeras e ferramentas de análise para estimar o número de pessoas no parque.

As autoridades disseram que as câmeras não seriam capazes de identificar indivíduos ou gravar dados pessoais.

O SPOT também foi recentemente testado para uso em um hospital temporário levando medicamentos para os pacientes.

A trágica história do grupo de alemães que tentou derrubar o regime nazista

Menos de duas semanas antes da rendição incondicional da Alemanha nazista aos Aliados em 8 de maio de 1945, evento que completa 75 anos nesta sexta-feira (8 de maio), um grupo de militares opositores tentou derrubar o regime de Adolf Hitler, em um trágico e quase esquecido episódio da Segunda Guerra Mundial.

Na madrugada de 27 de abril, a Freiheitsaktion Bayern (FAB), ou Ação para a Liberdade da Bavária, tomou duas rádios nos arredores de Munique e emitiu um chamado popular contra o regime. A ação, liderada por cerca de 440 soldados, mobilizou rapidamente cerca de 990 civis, em um total de 1,430 envolvidos.

Sob grande risco pessoal, 78 grupos agiram em diversas partes do Estado do sul da Alemanha para derrubar autoridades nazistas locais. O levante, contudo, falhou. E as consequências foram pesadas: ao menos 57 execuções e perseguição aos sobreviventes.

“Os integrantes do levante não sabiam que a Alemanha se renderia. Todos dependiam muito da propaganda do regime. Não se recebia nenhuma informação valiosa. Apenas rumores. Se você não estava muito perto de posições mais altas do Exército, não sabia o que acontecia à sua volta”, diz à BBC News Brasil a historiadora Veronika Diem, autora de uma premiada tese de doutorado sobre o tema que deu origem ao livro “A Campanha da Liberdade da Baviera: um levante na fase final do regime nazista”.

Neste contexto, em abril, membros de unidades militares na Bavária, em especial nos arredores de Munique, se uniram para formar a FAB. Tratava-se um grupo bem heterogêneo — ou melhor, diversos grupos — que mantinha tendências católicas conservadoras. Muitos se conheciam desde os anos 1930 e tinham conflitos com nazistas.

“O major Alois Braun, por exemplo, teve uma briga com membros da SS (grupo paramilitar nazista) em sua pequena cidade. Ele entrou na Wehrmacht (as forças armadas unificadas nazistas) para se proteger”, revela Diem.

Os integrantes da FAB estavam presentes em diversos setores do Estado e da Wehrmacht e sua ligação ocorria por meio de figuras centrais de cada sub-grupo. Havia um grupo que trabalhava no escritório do governador do Reich na Baviera, liderado pelo major Günther Caracciola-Delbrück. Outra parcela atuava como tradutores da Wehrmacht no 7º Distrito Militar, com a figura principal de Ruprecht Gerngross. Mais um grupo de intérpretes, atuante no Süddeutsche Freiheitsbewegung (Movimento de Liberdade do Sul da Alemanha), ficava em um campo de prisioneiros de guerra em Moosburg.

“Eles se conectaram a prisioneiros de guerra americanos, britânicos e franceses e, através de um círculo de amigos que antecederam a guerra, foram capazes de ativar pessoas em vilas e cidades em todo o sul da Alemanha”, explica Sven Keller, do Instituto de História Contemporânea Munique-Berlim.

Naquele mesmo campo de prisioneiros, afirma o historiador, atuava o Bayerische Heimatbewegung, um grupo liderado pelo ex-prefeito de Regensburg. Havia ainda integrantes militares da FAB em Freising, perto de Munique.

Chamava a atenção a quantidade de jovens intérpretes no grupo. Eles tinham visões de mundo em comum, perfil acadêmico e intelectual e eram viajados. Essas características, acredita Keller, os manteve longe da ideologia nazista e do ambiente militar.

“Esses intérpretes tiveram contato com outros países e com estrangeiros. Eles tinham outro ponto de vista sobre a Alemanha e o Reich. Conheceram pessoas que sofrem com o regime e trabalhadores forçados do exterior”, completa Diem.

A FAB chegou a abordar o serviço secreto dos EUA e os aliados para falar sobre seu plano, mas não foi percebida de maneira séria.

O plano do grupo contava com um programa de 10 pontos, que incluía a rendição do Estado bávaro aos aliados e um governo transitório sob o controle da FAB até a aprovação popular de uma nova Constituição bávara.

Entre os objetivos estavam o “extermínio” do Nacional Socialismo, que violava “as leis da moral e da ética de tal maneira que todo alemão decente precisa se afastar dele com repugnância”. A FAB se reservou o direito de exterminar “sem piedade” até a menor das células nazistas.

O grupo também pregava o fim do militarismo, o retorno da ordem por meio da reintrodução de direitos fundamentais, incluindo a liberdade de imprensa e de reunião. Além disso, o cristianismo aparece como fator importante nessa reconstrução — sem prejuízo à liberdade religiosa — e a restauração da dignidade humana para cada indivíduo.

O início da tentativa de levante foi calculado para que ocorresse quando as tropas aliadas estivessem próximas o bastante de Munique – àquela altura, elas já haviam cruzado o rio Lech, afluente do Danúbio. O plano deveria durar até 28 de abril.

A organização do ato aconteceu apenas em abril, mas a possibilidade de insurgência contra o regime foi discutida por anos. “Os membros eram claramente anti-nazistas e mantinham distância do regime. Quando agiram, o fizeram com o risco de suas vidas e muitos pagaram um preço terrível. Isso exige o maior respeito. No entanto, eles entraram em ação quando já era tarde demais”, argumenta Keller.

Na madruga de 27 de abril, oito grupos de soldados tentaram executar o plano. Mas diversas partes falharam: entre outros problemas, não foi possível prender Paul Giesler, o Gauleiter em Munique (uma espécie de líder do partido nazista na região). A FAB também não conseguiu persuadir o governador do Reich, Franz Ritter von Epp, a negociar um armistício com os aliados.

O grupo conseguiu, contudo, ocupar a prefeitura de Munique e duas estações de rádio, de onde transmitiu convocações “multilíngue” sobre a uma suposta tomada do governo local. Foi pedindo que o povo se juntasse para “se livrar dos funcionários” do partido nazista entre 6h e 11h.

O chamado foi recebido por diferentes grupos civis, conduziram iniciativas semelhantes, mesmo que sob o risco de confrontos graves com apoiadores nazistas. Segundo Diem, 58 destas ações não se escalaram e os respondentes conseguiram fugir. Em outras 20, houve fatalidades.

Os civis estavam mais preocupados em proteger suas respectivas comunidades de maiores destruições que o prolongamento da guerra poderia causar. “Houve uma grande variedade de ações – desde indivíduos sozinhos tentando convencer as tropas da Wehrmacht a depor suas armas até a tentativa de insurgência em Munique. Não existia a FAB no sentido de uma organização rígida e eficaz que poderia ter oferecido assistência. Muitos agiram espontaneamente”, diz Keller.

Pouco após a transmissão de rádio, as autoridades nazistas já haviam desmentido a “tomada do poder”, o que levou muitos membros da FAB a fugirem e se esconderem. Também ficou claro aos civis que participaram do ato que o levante havia fracassado.

Embora a liderança da FAB fosse composta por militares, o grupo não tinha poderio militar suficiente para enfrentar as forças nazistas. A esperança era que o chamado obteria suporte amplo, o que não ocorreu.

“O consenso é que o levante foi mal preparado e apressado nas últimas semanas da guerra. Mais importante ainda, Gerngross e Caracciola-Dellbrück não conseguiram o apoio de von Epp. Gerngross pensou que seria capaz de aguentar até a chegada das tropas americanas – um erro de cálculo trágico”, explica o historiador André Postert, do Instituto Hannah Arendt, em Dresden.

Caracciola-Dellbrück foi assassinado devido ao seu envolvimento, como muitos outros, e Gerngross conseguiu fugir e se esconder.

A perseguição aos sobreviventes começou em 28 de abril, por ordem do Gauleitung. Dezenas foram presas e execuções sumárias ocorreram. Moradores leais ao regime denunciaram integrantes do levante, que acabaram cassados por soldados e membros da Volkssturm (milícia com jovens e homens velhos montada no fim da guerra).

“Em uma pequena cidade ao sul de Munique, um grupo prendeu o prefeito. E depois, ao saber que o levante falhou, o soltou. Moradores descobriam quem eles eram e foram até pessoal militar que estava por perto só por acaso. Os integrantes do levante foram assassinados imediatamente, sem nenhum processo legal”, afirma Diem.

As forças nazistas foram rigorosas e cruéis contra revoltas até o fim do regime. Isso ocorreu, em parte, pelo fanatismo e cegueira ideológica, acredita Postert. Por outro lado, continua o historiador, muitos atores nazistas centrais sabiam que seriam condenados e enforcados após a guerra. “Isso explica a sua brutalidade. Giesler mandou que se executasse os envolvidos. [Dias da rendição] Giesler se matou e atirou em sua esposa. Homens como ele não tinham nada a perder.”

Após a guerra, a memória da FAB foi preservada na Bavária. No centro de Munique, há a praça “Münchner Freiheit” (Liberdade de Munique) e um café com o mesmo nome. Existe ainda uma famosa banda pop homônima.

Prefeito de Milão se irrita com aglomeração em região boêmia

O prefeito de Milão, Giuseppe Sala, não escondeu a irritação, em vídeo publicado nesta sexta-feira (8), com os moradores da cidade que ocuparam as ruas e foram para a região boêmia de Navigli, onde os bares e restaurantes, supostamente, só poderiam atender pedidos para levar. As medidas de isolamento para evitar a propagação da covid-19 foram relaxadas, mas regras de distanciamento estão em vigor na cidade.

“Quando se trata de agradecer aos milaneses pelo comportamento virtuoso, eu sou sempre o primeiro a fazer. Gosto disso. Mas há momentos em que você tem que se irritar e este é um deles. As imagens de ontem em Navigli são vergonhosas”, lamentou o governante local.

Ontem, a imprensa local veiculou imagens com centenas de pessoas circulando pela região boêmia da capital da Lombardia. Entre idas e vindas, grupos passeavam e muitos se aglomerando para consumir bebidas alcóolicas, na margem dos canais milaneses.

A Itália está na primeira fase de relaxamento de medidas de restrição e confinamento para conter a propagação da covid-19, a doença provocada pelo novo coronavírus. Por enquanto, é autorizada ida à rua para atividade física ou caminhada, para compras, por razões de saúde ou trabalho em serviços já retomados.

“Não sou um político de metáforas. Sou um político de atitudes. Ou as coisas mudam, ou amanhã — e isso é um ultimato —, estarei aqui e tomarei medidas. Fecharei o Navigli e impedirei os restaurantes e bares de entregar comida”, afirmou o prefeito, no vídeo que publicou no Facebook.

Nesta quinta-feira, no mais recente boletim divulgado pelo governo da Itália, houve 1.401 novos casos e 274 mortes a mais por Covid-19, sendo cerca da metade registradas na Lombardia, o que levantou preocupação para o presidente da região, Attilio Fontana.

“É o momento mais delicado, e vejo tanta gente na rua”, lamentou o governante.

Tesla quer retomar produção em fábrica ainda nesta sexta-feira (8)

A Tesla pode reabrir sua única fábrica de automóveis nos Estados Unidos em Fremont, Califórnia, a partir desta sexta-feira (8), informou a Bloomberg, citando um email da empresa para sua equipe.

A medida ocorre um dia depois que a Califórnia permitiu que fabricantes do estado retomassem as operações, atraindo um entusiasmado “Sim!!” no Twitter do presidente-executivo da Tesla, Elon Musk.

Musk, que recentemente se tornou pai, tem criticado a paralisação e as ordens de quarentena, chamando-os de “sério risco” para as empresas norte-americanas, até mesmo rotulando-os de “inconstitucionais” e dizendo que não tais ordens não se sustentariam perante a Suprema Corte dos EUA.

Musk disse que a Tesla pretende reiniciar sua fábrica de Fremont nesta sexta-feira à tarde, de acordo com reportagem da Bloomberg.

Apesar disso, a paralisação no condado de Alameda, onde está localizada a fábrica da Tesla, está programada para durar até o final de maio. Portanto, de acordo com uma ordem do condado, a fábrica de Fremont não pode operar regularmente.

A ordem da Califórnia de quinta-feira não substitui o plano do condado, disse o porta-voz do escritório do xerife da Alameda, Ray Kelly, à Reuters na quinta-feira.

A fábrica de Fremont encerrou suas operações em meados de março, após a imposição de paralisações para conter a propagação de Covid-19, que já infectou mais de 3,8 milhões de pessoas em todo o mundo.

A Tesla não respondeu imediatamente ao pedido de comentário da Reuters.

Novo surto de covid-19 em região de Seul alerta sul-coreanos

Um novo surto do novo coronavírus em uma conhecida região de vida noturna de Seul preocupa as autoridades da Coreia do Sul no momento em que o país asiático acaba de ativar uma nova fase de distanciamento mais branda devido à queda de infecções.

Ainda nesta sexta-feira, 13 novos casos relacionados a esse surto foram relatados no conhecido bairro de Itaewon, chegando a um total de 15 infecções de Covid-19.

Os dados representam um “balde de água fria” depois que, nos últimos dias, a Coreia do Sul ter registrado menos de 10 novas infecções por dia e quase nenhuma com origem na comunidade (a maioria delas foi importada).

A primeira pessoa a testar positivo para esse novo surto, na última quarta-feira, foi um homem de 29 anos que visitou cinco clubes e bares em Itaewon, na madrugada do último dia 2.

Ontem, um dos amigos que o acompanhou naquela noite testou positivo e hoje outras 13 pessoas que estavam nas instalações visitadas foram detectadas com a covid-19.

A identificação desse novo foco ocorre na mesma semana em que a Coreia do Sul relaxou seu distanciamento social, que inclui a reabertura progressiva de escolas ou museus, dada a queda de novos casos de coronavírus no país, que durou três dias consecutivos sem registro de infecções de origem local.

Por enquanto, e tendo em vista do surgimento do novo surto, o governo decidiu que, a partir de hoje, solicitará que todos os clubes noturnos fechem por um mês.

Conforme relatado hoje pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças da Coreia do Sul (KCDC), pelo menos 1.510 pessoas estavam nos cinco locais no mesmo intervalo de tempo que aqueles que testaram positivo, de acordo com os registros da instalação, que eram obrigados a recolher dados de todos os clientes.

Até agora, 118 dessas 1.510 pessoas foram testadas e as autoridades estão tentando localizar o restante.

No entanto, teme-se que seja mais complicado do que o habitual encontrar muitos deles, pois pelo menos três dos cinco estabelecimentos estão ligados à comunidade LGTBI, que sofre de intenso preconceito na Coreia do Sul.

Antonio Conte insiste na contratação de Alaba para a Inter de Milão

O técnico Antonio Conte deve tentar uma nova investida no lateral esquerdo Alaba após ter falhado quando esteve no Chelsea. Atualmente na Inter de Milão, o comandante gosta do futebol do defensor do Bayern de Munique e quer aproveitar o fato do contrato do austríaco terminar ao final da próxima temporada para negociar, informa a “Sport1”.

O presidente bávaro, Herbert Hainer, se mostra confiante na extensão contratual de grandes nomes da equipe, mas o acordo está parado. Além disso, o camisa 27 já rejeitou a primeira oferta do Bayern de Munique. No entanto, além da Inter, Barcelona e Real Madrid também possuem interesse e monitoram o versátil atleta.

Aos 27 anos, Alaba está em Munique desde 2008 e subiu para a equipe profissional em 2010. Na atual temporada, o defensor tem atuado mais como zagueiro, por conta da ascensão da Alphonso Davies na lateral esquerda. Ao todo, o austríaco 372 aparições com a camisa bávara e conquistou oito títulos da Bundesliga.

Longuine comenta sobre assinar com o CRB em definitivo: ‘Vontade da minha parte não falta’

O meia Rafael Longuine, emprestado pelo Santos ao CRB, tem aproveitado o período sem jogos para utilizar as instalações da equipe paulista para potencializar o processo de recuperação da sua lesão no joelho.

E, em entrevista que deu a ‘Rádio Maceió’ onde foi perguntado se pensava na possibilidade de assinar um acordo definitivo, diretamente com o Regatiano, Rafael foi bastante sincero e disse palavras otimistas pensando naqueles que querem ver o atleta por mais tempo no clube:

– Já demonstrei meu carinho pelo CRB. Vontade da minha parte não falta. Creio que do clube também. Já conversamos um pouco sobre isso. Essa parte contratual tem que ser bem conversada, tanto do meu lado quanto do Galo e dos meus empresários.

A adaptação do jogador a equipe da capital alagoana foi bastante rápida, não à toa ele foi capaz de acumular sete gols em 11 jogos, tornando-se o artilheiro da equipe nos primeiros meses da temporada. Momento esse que foi fundamental, também, para o crescimento do CRB nas três frentes que disputava antes da paralisação: Campeonato Alagoano, Copa do Nordeste e Copa do Brasil.

Em relação a como tem evoluído o seu quadro clínico, ele confessa que ainda sente muitas dores no início das sessões de fisioterapia além de pontuar qual tem sido o prognóstico dito pelos médicos sobre o tempo total de recuperação que será necessário:

– Estou focado na recuperação. Estou bem, tenho evoluído e melhorado. Ainda sinto bastante dor, mas é normal nesse começo. Já começamos a fisioterapia e é seguir buscando a evolução. Tudo que os médicos especulam é algo entre seis a oito meses. Mas ainda não deram um prazo certo para o retorno. Temos que respeitar o que os médicos falam, porque são eles que vão decidir a data da minha volta.

Fifa altera regras temporariamente para permitir cinco substituições por jogo

BERNA (Reuters) – As equipes poderão fazer cinco substituições por partida, em vez de três, como medida temporária para ajudar a lidar com o calendário de jogos potencialmente congestionado após a pandemia do novo coronavírus, informou a Fifa nesta sexta-feira.

A mudança nas regras será permitida em todas as competições que forem finalizadas até o final deste ano e sua adoção caberá aos organizadores dos torneios individualmente, disse a Fifa.

F1 – Conselho de Ecclestone é “dissimulado”, diz comentarista

Bernie Ecclestone

O conselho de Bernie Ecclestone para a Fórmula 1 cancelar definitivamente a temporada 2020 é “dissimulado”, de acordo com um comentarista.

Com tanta coisa em jogo por causa da paralisação da categoria em meio à crise do corona, a Liberty Media está trabalhando desesperadamente em um plano para iniciar a campanha em julho com “corridas fantasmas”.

Alexey Popov, comentarista da emissora russa Match TV, acredita que a F1 deveria até mesmo fazer experiências com o formato do fim de semana a fim de realizar mais corridas neste ano.

“Eu não teria medo de fazer corridas curtas – provas duplas no sábado e domingo”, declarou ele à agência de notícias Ria Novosti.

“Eles também poderiam facilmente correr no meio da semana, como a Champions League no futebol. Quase o mundo inteiro está em quarentena, então você certamente poderia correr durante a semana”.

Ele acha que Ecclestone, ex-chefe executivo da F1, não estava falando sério quando sugeriu várias vezes recentemente que o campeonato mundial inteiro deveria ser simplesmente cancelado em 2020.

“Eu creio que aquilo é dissimulado”, disse Popov. “Tenho quase 100% de certeza que, apesar dos riscos externos, pelo menos as duas primeiras etapas teriam sido disputadas nas datas marcadas se Bernie ainda estivesse no comando”.

“Elas teriam acontecido sem espectadores, mas com certeza teriam acontecido. Estou certo de que Ecclestone entende perfeitamente que esse período de paralisação forçada ameaça a sobrevivência de algumas equipes”.

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F1 – Albon sabe o que fazer para se aproximar de Verstappen

Alex Albon e Max Verstappen

Alexander Albon foi promovido à equipe principal da Red Bull na metade do ano passado e teve apenas meia temporada para provar sua capacidade.

É óbvio que Albon ainda está um pouco atrás de Max Verstappen; ele sabe que precisa reduzir a diferença e tem algumas ideias para conseguir isso.

Desde sua ida para a Red Bull, ele teve uma nova equipe ao seu redor. Isso exige tempo de adaptação e os relacionamentos têm de ser construídos, mas as coisas estão correndo bem.

“Meu lado da garagem é relativamente novo”, declarou Albon ao site oficial da Fórmula 1. “É um relacionamento que precisa se desenvolver. Nós estamos juntos há apenas seis ou sete meses, então ainda é um aprendizado, uma novidade”.

Baseado em seus resultados, ele e sua equipe estão buscando áreas para melhoria e objetivos também foram estabelecidos.

Desafiar Verstappen não é uma exigência, mas a diferença tem de diminuir, e essa é uma meta que todo piloto deveria ter por natureza. De qualquer modo, Albon sabe onde estão suas chances.

“Nós conversamos e desenvolvemos áreas onde preciso trabalhar, estabelecemos nossos objetivos, e isso deixa as coisas claras para todos nós. A sensação é realmente boa”, acrescentou ele.

“Eu sei no que preciso trabalhar, mas além desse conhecimento, é necessário entender o que fazer e como extrair o máximo da situação. Nós temos algumas ideias para colocar o carro e eu mesmo em uma janela melhor”.

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