Veja dicas para se alimentar bem e evitar congelados na quarentena

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‘Câncer não espera’: pacientes têm tratamento suspenso na pandemia

Pelo menos uma vez por semana, Jussara Del Moral, 55, é obrigada a sair do isolamento para colher os exames de sangue que determinam se sua imunidade é suficiente para continuar a quimioterapia. Há 11 anos, ela convive com um câncer de mama metastático que se infiltrou na calota craniana.

“O câncer não espera. As pessoas continuam tendo a doença e não estão sabendo, ou então sequer conseguem avançar para além do diagnóstico”, conta Jussara que por causa da quarentena optou por adiar seu pet scam, exame que determina novos focos da doença pelo corpo. O procedimento é essencial para acompanhar a evolução da metástase. Apesar disso, ela conta que vive uma rotina “praticamente normal”: toma sua medicação mensal em uma clínica privada no ABC, aonde chega de carro.

“Posso me dar ao luxo de fazer isso, pois minha doença está controlada. Mas muitos pacientes estão tendo exames negados e não sabem nem por onde começar a brigar.”, conta ela, que tem um canal no YouTube intitulado Supervivente, no qual compartilha suas experiências e orienta seguidores sobre os processos burocráticos para o tratamento de câncer.

É o caso da administradora Josi Damasceno, 47, que mora em Belém do Pará. Há cinco anos, ela também luta contra um câncer de mama metastático e espera para realizar o pet scam há mais de um mês. Isso porque o fármaco utilizado no contraste do exame não pode ser estocado e não tem chegado à cidade por conta da escassez de voos para o estado. Já no hospital público Ophir Loyola, medicamentos quimioterápicos estão em falta há 15 dias, segundo conta a administradora. A reportagem entrou em contato com o hospital Ophir Loyola, mas não obteve resposta até a publicação desta matéria.

De acordo com Josi, que também coordena um grupo de apoio com 120 pacientes, o clima é de “ansiedade desnecessária.”

Por causa do lockdown, o transporte é um dos problemas. Quem mora em cidades menores não consegue chegar à capital de ônibus para dar continuidade ao tratamento. Algumas chegam por carros de aplicativo, mas outras integrantes não têm nem como arcar com o transporte até aqui.”

A desistência do tratamento têm preocupado a classe oncológica. O oncologista Paulo Hoff, presidente da Oncologia D´Or e diretor do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (ICESP), iniciou uma campanha de conscientização para que os pacientes não deixem de se tratar. Segundo ele, a maior preocupação é com pacientes no meio de procedimentos diagnósticos ou tratamentos essenciais: “Isso é importante quando lembramos que o tratamento do câncer geralmente tem mais sucesso quando realizado no início da doença.”

Segundo ele, exames não essenciais podem até ser postergados. No entanto, o tratamento quimioterápico não deve ser interrompido, nem o acompanhamento médico, que tem contado com recursos de videochamada.

“Entre os tipos de câncer, os que nos preocupam mais neste momento são aqueles que estão associados com um grau maior de imunossupressão ou com tratamentos mais agressivos”, explica Paulo Hoff. “São os tumores hematológicos, tumores com envolvimento dos pulmões, e os transplantes, mas o cuidado deve se estender a todos os pacientes.”

Mãe consegue manter a casa e os filhos com ajuda assistencial

Priscila de Almeida Lima, de 26 anos, apesar da pouca idade, já passou por muitas dificuldades. Hoje, ela mora com seus dois filhos, Davi Lucas e Miguel, em uma casa que é herança de família, no sertão nordestino. Diarista, ela se viu com dificuldades para encontrar emprego depois da pandemia do novo coronavírus e, por isso, sobrevive à base de assistência social, como o auxílio do SOS Famílias do Sertão, que apóia famílias em situação de vulnerabilidade social. 

Ainda não contribuiu? Faça sua doação ao SOS Famílias do Sertão para que a ajuda continue chegando às pessoas que precisam

“Fui mãe muito cedo, com 16 anos. Hoje, o Davi está com 10 anos. Eu me envolvi muito cedo com o pai dele, que era usuário de drogas, e acabei me tornando dependente química também”, conta Priscila. “Minha mãe sofria muito comigo por causa disso”, acrescenta ela.

Esse relacionamento acabou por conta das drogas. A mãe de Priscila a colocou, então, numa clínica para se livrar da dependência. “Fiquei internada por nove meses para me tratar do vício e retornei para casa. Mas, depois de seis meses, eu tive a primeira recaída. Não quis mais contato com minha família, nem ajuda, e fiquei nas ruas”, recorda-se Priscila.

Foi nesse momento que ela engravidou de Miguel, que hoje estuda numa escola mantida pela instituição de ajuda assistencial que atua na região. Naquele momento, sem apoio, ela mudou-se para São Paulo e caiu nas drogas novamente, até ser amparada por uma instituição que a ajudou a livrar-se da dependência.

Superação

“Fiquei oito meses lá e, quando Miguel nasceu, permaneci mais seis meses. Depois, voltei para a casa da minha família e minha mãe faleceu. Ela era meu porto seguro, foi uma fase muito difícil para mim”, afirma Priscila.

“Hoje eu trabalho como diarista e quem me ajuda são algumas pessoas da minha família. Tem quase dois anos que o Miguel entrou na escola que nos dá assistência e a vida mudou muito. Antes, eu não tinha como trabalhar, porque não tinha com quem deixá-lo. Agora ele estuda lá, não tenho despesa com uniforme e material escolar, fora a educação que eles dão, que é bem boa”, agradece ela.

Atualmente, além da ajuda da família, Priscila também recebe auxílio da escola onde Miguel estuda, que colabora com palestras e assistência social. “Eu superei a dependência, a falta da minha mãe, sou uma nova pessoa. Agradeço muito à instituição que mantém a escola do meu filho, vou sempre às reuniões. Saio de lá renovada sempre que tem reunião de família. Eu chego feliz em casa”, garante ela.

Conheça mais sobre o SOS Famílias do Sertão e saiba como fazer sua doação.

Hospitais de campanha do Rio de Janeiro serão entregues, diz Witzel

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, anunciou no fim da tarde de hoje (23), por meio de sua conta no Twitter, que todos os hospitais de campanha previstos para serem construídos no estado para combater a pandemia de covid-19 serão entregues.

“Todos os hospitais de campanha serão entregues. Junto com o comitê de especialistas e o secretário de Saúde, Fernando Ferry, ratificamos a preocupação com a segunda onda da doença. Estamos seguros sobre o atendimento às pessoas e garantiremos a retomada da atividade econômica”, disse o governador em sua rede social.

Leia mais: TCE-RJ aponta sobrepreço na compra de respiradores

Witzel falou também sobre Campos dos Goytacazes, onde está prevista uma unidade de campanha. “Acabei de falar com o prefeito de Campos, Rafael Diniz, e o tranquilizei sobre a entrega do hospital de campanha da cidade. Há muitas dificuldades a serem enfrentadas para que, no menor prazo possível, tudo esteja pronto e operando. Vamos vencer. Seguimos firmes”.

Atrasos

Após atrasos na entrega de unidades contratados pelo governo com o Instituto de Atenção Básica e Atenção à Saúde (Iabas), o secretário Ferry deu entrevistas em que cogitou a possibilidade de cancelar a construção de parte deles, pois a curva de contágio estaria desacelerando no estado e, por isso, não teria mais necessidade dos hospitais emergenciais.

Veja também: RJ teria superado 19 mil mortes por covid-19 sem isolamento, diz Witzel

Na quinta-feira (21), a Secretaria de Estado de Saúde (SES) informou datas até o dia 18 de junho para o instituto entregar as sete unidades que faltam. As obras foram iniciadas no dia 30 de março e, a princípio, deveriam ser entregues ainda em abril.

As datas limites são:

27/05 – São Gonçalo
29/05 – Nova Iguaçu
01/06 – Duque de Caxias
07/06 – Nova Friburgo
12/06 – Campos dos Goytacazes
18/06 – Casimiro de Abreu

Iabas

Após as declarações do secretário, o Iabas enviou nota ontem (22). O instituto não respondeu se foi notificado de qualquer decisão por parte da SES, mas informou estar “feliz” com a decisão de suspender a construção caso as unidades não sejam mais necessárias por estar havendo um controle da pandemia.

Confira: Ex-subsecretário é preso suspeito de fraude na compra de respiradores

“Considerando que o principal objetivo do Iabas, na operação dos hospitais de campanha, é salvar vidas, caso as curvas de incidência da covid-19 venham determinar  a possibilidade técnica da descontinuidade da implantação dessas unidades, afirmamos, muito sinceramente, que estaremos felizes em paralisar nossas operações, uma vez que tal circunstância se dará mediante o término do risco de colapso da rede pública hospitalar como consequência do encerramento da doença no estado, o que todos almejamos”.

O instituto disse também que está disponível “para encontrar uma solução que atenda os interesses do Iabas e também os interesses do Estado do Rio de Janeiro”.

CNS recomenda suspensão do uso da cloroquina em caso leve

O Conselho Nacional de Saúde (CNS) publicou uma recomendação na sexta-feira (22) em que pede a suspensão imediata das orientações do Ministério da Saúde para o uso da cloroquina e da hidroxicloroquina no tratamento de casos leves do novo coronavírus. “Até o momento, não existem evidências científicas robustas que possibilitem a indicação de terapia farmacológica específica”, justifica o documento.

Segundo a recomendação, o “momento excepcional” da pandemia da covid-19 “não pode significar que a racionalidade deva ser abandonada nem que a população deva ser exposta a condições de maior vulnerabilidade”. Ela é assinada pelo presidente do conselho, Fernando Zasso Pigatto.

Leia mais: Cloroquina eleva risco de morte em infectados pela covid-19, diz estudo

O documento também recomenda que não seja recomendada “qualquer medicamento” para prevenção da covid-19, “pela ausência de confirmações de uso seguro aos usuários”, e que o ministério “desempenhe seu papel na defesa da ciência e a redução da dependência de equipamentos e insumos, construindo uma ampla e robusta produção nacional”.

Além disso, pede que o Ministério Público Federal (MPF) “tome as devidas providências” para que as orientações para manuseio medicamentoso precoce de pacientes com diagnóstico da covid-19 sejam suspensas.

Veja também: Bolsonaro volta a defender a cloroquina: ‘não tem outro remédio’

Na quarta-feira, 20, o Ministério da Saúde publicou um novo protocolo, que libera os dois medicamentos no tratamentos de todos os pacientes com sinais da doença. Para o conselho, contudo, a mudança “não se baseia em evidências científicas” e faz referências a estudos “criticados pela comunidade científica”.

A recomendação do CNS ainda diz que o ministério descumpriu a legislação do Sistema Único de Saúde (SUS) por indicar os medicamento para um uso que não está registrado na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e, tampouco, teve análise e elaboração de diretrizes terapêuticas pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec).

Confira: Pesquisa demonstra que cloroquina não é eficaz contra covid-19

O conselho ainda chama a mudança de protocolo de uma “decisão política tomada por não especialistas em saúde”.

Ele também cita artigos publicados em revistas científicas internacionais que apontam efeitos dos medicamentos no tratamento de pacientes do coronavírus, especialmente em relação a problemas cardíacos, além de diretrizes médicas publicadas por entidades brasileiras, como a Associação de Medicina Intensiva e a Sociedade Brasileira de Infectologia, dentre outras.

“Considerando que a necessidade de avaliação dos pacientes através de anamnese, exame físico e exames complementares nos equipamentos de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS), trará um grande impacto à atenção primária e de média complexidade, ao qual o sistema não está adaptado para regular neste presente momento”, aponta ainda o texto.

Confira: Para combater fake news, Anvisa esclarece pesquisas sobre covid-19

O CNS é uma instância colegiada do Sistema Único de Saúde (SUS), que tem o objetivo de fiscalizar, acompanhar e monitorar as políticas públicas de saúde.

Ele tem 48 conselheiros, que são representantes dos segmentos de usuários, trabalhadores, gestores do SUS e prestadores de serviços em saúde, além de representantes de movimentos sociais, instituições governamentais e não governamentais, entidades de profissionais de saúde, comunidade científica, entidades de prestadores de serviço e entidades empresariais da área da saúde.

RJ teria superado 19 mil mortes por covid-19 sem isolamento, diz Witzel

O governador do Estado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), usou suas redes sociais para defender, neste sábado (23), a eficácia das medidas de isolamento social adotadas no combate ao coronavírus.

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Caso não tivesse adotado qualquer controle sobre a circulação de pessoas, o número de mortos no Estado já teria passado de 19 mil, apontou Witzel com base em projeções de órgão do governo.

Na postagem, o governador reproduz um gráfico elaborado pela Secretaria de Defesa Civil do Comando de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro, mostrando que o número de mortes pelo novo coronavírus em território fluminense teria chegado a 19.280 no último dia 20 de maio, caso não tivessem sido adotadas quaisquer medidas de controle.

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Com as medidas de isolamento social em vigor, houve 3.079 mortos pela covid-19 no Estado no período, conforme os dados locais.

wAs projeções da SEDEC/CBMERJ mostram que, se não tivéssemos tomado as medidas restritivas em 16 de março, nosso cenário seria muito mais triste. Seguimos firmes no enfrentamento ao vírus”, declarou Witzel no Twitter, na tarde deste sábado.

As últimas informações do Ministério da Saúde, referentes ao dia 22 de maio, mostram que o Rio de Janeiro tinha 33.589 casos confirmados da doença e 3.657 mortos, com uma taxa de letalidade de 10,9%, conforme informado neste sábado (23) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em site do órgão sobre panorama do coronavírus em todo o País.

Taxa de isolamento social cai na capital paulista e no Estado de SP

A taxa de isolamento social caiu no Estado de São Paulo de 49% para 48% nesta sexta-feira (22), de acordo com o SIMI (Sistema de Monitoramento Inteligente).

O índice de isolamento também caiu na capital paulista, epicentro da doença do país. Segundo dados do governo, a cidade registrou 49% nesta sexta, contra 52% do dia anterior.

Leia mais: Nem cidades ‘campeãs’ de isolamento cumprem meta em SP

O Estado de São Paulo acumula 6.045 mortes por covid-19 neste sábado (23). O número de casos confirmados é de 80.558, distribuídos em 505 municípios paulistas, segundo balanço da Secretaria Estadual de Saúde.

De acordo com a pasta, 11,9 mil pacientes com suspeita ou confirmação estão internados em São Paulo, dos quais 4.674 estão em leitos de UTI. A média de ocupação de UTI exclusiva para covid-19 é de 73,7% no Estado, e chega a 89,2% na Grande São Paulo.

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Nesta semana, a Câmara Municipal de São Paulo aprovou a antecipação de feriados para conter o avanço do novo coronavírus. No entanto, os índices ainda estão bem abaixo do que as autoridades de saúde consideram ideal: 70%. Após o feriado prolongado, o governo deve anunciar as mudanças da atual quarentena, que termina no próximo 31.

As taxas de isolamento são informadas pelo SIMI, que analisa dados de telefonia móvel para indicar tendências de deslocamento e apontar a eficácia das medidas de isolamento social. Dessa forma, é possível apontar em quais regiões a adesão à quarentena é maior e em quais precisam ser intensificadas.

Confira: Estado de São Paulo ultrapassa 6 mil mortes por coronavírus

São Sebastião, no litoral norte de São Paulo, é a cidade com a maior taxa de isolamento registrada nesta sexta: 62%. O município, inclusive, foi mencionado pelo governador João Doria (PSDB) no dia 16 ao comentar sobre os maiores índices de isolamento. Na ocasião, no entanto, nem as cidades “campeãs” cumpriram a meta básica em São Paulo. O município com a taxa mais baixa nesta sexta, por sua vez, é Presidente Prudente, com 38%.

Benefícios da expressão emocional

A nível clínico, foi descoberto que uma correta expressão emocional nos liberta e nos proporciona diversos benefícios. Então, vamos conversar! Não deixemos nada guardado. Vamos escrever, dançar, mesmo que o façamos apenas para limpar as nossas mentes.

Em seu bestseller sobre inteligência emocional (IE), Daniel Goleman explica que o sucesso de uma pessoa não depende 100% do seu QI ou dos seus estudos acadêmicos. A inteligência emocional tem um peso maior.

A IE, como Goleman destaca, é a capacidade de reconhecer seus próprios sentimentos e os dos outros, com o objetivo de gerenciar bem as emoções e ter relacionamentos mais produtivos com aqueles que nos cercam.

As pessoas que possuem essa habilidade sabem reconhecer suas emoções e sabem por que as estão sentindo. Reconhecem como seus sentimentos afetam seu desempenho e são capazes de associá-los aos seus valores e objetivos.

“A inteligência emocional é uma forma de reconhecer, entender e escolher a maneira como pensamos, sentimos e agimos. Ela molda nossas interações com outras pessoas e o nosso próprio entendimento. Define como e por que aprendemos; nos permite definir prioridades; determina a maioria das nossas ações diárias. Pesquisas sugerem que ela determina pelo menos 80% do sucesso em nossas vidas”.
-Joshua Freedman-

Como ter uma correta expressão emocional

7 benefícios da expressão emocional

Podemos dizer que a inteligência emocional tem três vertentes. Por um lado, se refere à capacidade de se relacionar com outras pessoas, assim como à capacidade de regular informações emocionais individuais. A segunda vertente envolve a organização de todos os aspectos da personalidade que contribuem para o sucesso. Por último, também é usada para descrever a capacidade de regular e gerenciar informações emocionais (Mayer et al. 2000b).

Em termos gerais, a IE se refere à capacidade de perceber, entender, raciocinar e gerenciar as emoções próprias e dos demais (Goleman 1998; Mayer et al. 2000b). Além disso, envolve a capacidade de ser consciente das emoções e de como elas afetam e interagem com as chamadas inteligências tradicionais.

Especificamente, focaremos no aspecto de inteligência emocional que corresponde à expressão para descrever a capacidade de regular e administrar as informações emocionais. A expressão emocional e a consciência emocional são habilidades trazem muitos benefícios e ajudam a:

  • Separar-se da emoção.
  • Facilitar a prevenção e resolução de conflitos.
  • Estar ciente das distorções.
  • Poder se conectar com as próprias necessidades.
  • Entender as emoções.
  • Ser capaz de receber compreensão e apoio.
  • Liberar a tensão.

“Não esqueçamos que as pequenas emoções são os grandes capitães de nossas vidas, e nós as obedecemos mesmo sem perceber”.
-Vincent Van Gogh-

Vivemos em uma sociedade que não nos educa para sermos pessoas emocionalmente inteligentes

Alguns autores destacam a importância de considerar que, atualmente, a nossa sociedade está altamente preocupada com a agressividade, os conflitos sociais e a violência escolar.

Diante dessa situação generalizada, vale a pena perguntarmos a nós mesmos se não precisamos, urgentemente, gerar uma estrutura educacional adequada para criar uma sociedade que possibilite uma menor incidência de “sequestros emocionais”.

Para isso, é necessária uma maior compreensão das nossas emoções e das de outras pessoas, além de um maior controle de situações pessoais e sociais, sem buscar apenas objetivos de “equilíbrio pessoal”, como propõe nosso sistema educacional atual, mas também objetivos de “equilíbrio social” (Gutiérrez & García Cué, 2015).

Amigos se abraçando

A comunicação e a expressão emocional são necessidades para as sociedades em crise. Se nos falta inteligência emocional, toda vez que o estresse surge, o cérebro muda para o piloto automático e tende a fazer mais do mesmo, apenas de forma mais complicada. Esta definitivamente não é a melhor abordagem nos dias de hoje.

De acordo com Peter Salovey, um dos principais pioneiros da inteligência emocional e de pesquisas de promoção da saúde, na próxima década veremos pesquisas mostrando que as habilidades e competências emocionais têm muito a ver com o nosso rendimento em diferentes áreas.

“O ensinamento de Sócrates, ‘conhece-te a ti mesmo’ para perceber os seus próprios sentimentos no momento em que surgem, constitui a pedra angular da inteligência emocional”.
-Daniel Goleman-

Bisquerra Alzina, R., & Escoda, N. P. (2007). Las competencias emocionales.

Cerezo, M. V., Ortiz-Tallo, M., & Cardenal, V. (2009). Expresión de emociones y bienestar en un grupo de mujeres con cáncer de mama: una intervención psicológica. Revista Latinoamericana de psicología41(1), 131-140.

Estrada, A. R. B., & Martínez, C. I. M. (2014). Psicología de las emociones positivas: generalidades y beneficios. Enseñanza e investigación en psicología19(1), 103-118.

Gabel Shemueli, R. (2005). Inteligencia emocional: perspectivas y aplicaciones ocupacionales.

Goleman, D. (1998). La inteligencia emocional en la práctica. Barcelona: Editorial Kairós. SA

Gutiérrez Tapias, M., & García Cué, J. L. (2015). La comunicación emocional, una necesidad para una sociedad en crisis. In I Congreso Internacional de Expresión y Comunicación Emocional (CIECE)(2015), p 397-408. Universidad de Sevilla.

Mayer, J. D., Salovey, P., & Caruso, D. R. (2000). Models of emotional intelligence. RJ Sternberg (ed.).

Sánchez-Navarro, J. P., & Román, F. (2004). Amígdala, corteza prefrontal y especialización hemisférica en la experiencia y expresión emocional. Anales de Psicología/Annals of Psychology20(2), 223-240.

Por que o cérebro é enrugado?

Ao longo da história da humanidade, quisemos conhecer o cérebro e cada uma de suas partes. Quisemos também saber qual é a função de cada uma de suas regiões e conhecer até o seu lugar mais desconhecido. Hoje, queremos continuar procurando respostas, e a pergunta que fazemos neste artigo é a seguinte: por que o cérebro é enrugado?

A julgar pela escala zoológica, a relação entre os neurônios e a capacidade de aprendizado é linear; quanto maior a superfície do cérebro, ou seja, maior o córtex cerebral, maior é o aprendizado. O ser humano tem a máxima superfície e seu cérebro é enrugado graças às circunvoluções cerebrais. Dessa forma, é possível ter uma superfície grande em um espaço pequeno.

Animais sem circunvoluções são chamados de lisencéfalos e têm poucas possibilidades de aprender, enquanto animais chamados de girencéfalos, dotados de circunvoluções, podem aprender mais facilmente. O ser humano é o ser mais girencefálico; seu cérebro é enrugado mais do que o de qualquer outra espécie, seguido pelos macacos antropóides.

“O cérebro humano é composto quase exclusivamente pelo córtex cerebral. O cérebro de um chimpanzé, por exemplo, também possui córtex, mas em uma proporção muito menor. O córtex nos permite pensar, lembrar, imaginar. Somos seres humanos, essencialmente, em virtude do nosso córtex cerebral”.
-Edoardo Boncinelli-

Anatomia do cérebro humano

Anatomia do cérebro: diferenças entre seres humanos e chimpanzés

Em maio de 2009, a revista Scientific American publicou um artigo de Katherine S. Pollard, bioestatística da Universidade da Califórnia, que desenvolveu um software para comparar os segmentos de maior diferença entre humanos e chimpanzés. A sequência que apresentou maior diferença nessa análise conta com 118 nucleotídeos, a qual foi chamada de HAR1, “human accelerated region” (região humana acelerada).

Ao que parece, o HAR1 tem atividade no cérebro humano e de outros vertebrados. Essa região evoluiu muito lentamente em vertebrados não humanos, uma vez que existem apenas duas alterações entre os nucleotídeos das sequências de galinhas e chimpanzés, enquanto o número de diferenças entre os seres humanos é de 18.

Foi demonstrado em células em cultivo que a sequência HAR1 é um modulador da expressão gênica, e foi encontrada ativa em um tipo de neurônio envolvido no desenvolvimento do córtex cerebral. Consequentemente, quando as células onde o HAR1 é ativado são danificadas, o cérebro se desenvolve de maneira anormal e o córtex cerebral não apresenta seu aspecto característico (com inúmeros sulcos e lobos).

Uma característica anatômica da inteligência não é apenas o peso do cérebro, mas o fato deste ser enrugado, ou seja, o número de sulcos e lobos que possui.

“A mente que se abre para uma nova ideia nunca voltará ao seu tamanho original”.
-Albert Einstein-

Como é possível que o cérebro seja enrugado?

Uma das características mais marcantes do nosso cérebro é o tamanho incrível do córtex cerebral e de suas dobras, visíveis como saliências e sulcos em sua superfície externa.

Como comentamos, a maioria dos animais com um cérebro grande tem um córtex dobrado, enquanto a maioria dos animais com um cérebro pequeno tem um córtex liso, sem dobras.

O córtex cerebral é um tecido laminar onde os neurônios se encontram na parte superior. A parte inferior ou interna contém a maior parte da conexão entre os neurônios e as áreas do cérebro.

Nos cérebros grandes, essa camada de tecido neural que cobre a parte externa do cérebro é desproporcionalmente maior do que as estruturas cerebrais profundas que cobre. Em vez de adotar uma forma de balão, ela se dobra, minimizando o volume total do cérebro e do crânio.

Victor Borrel e sua equipe pesquisam essa área há vários anos e demonstraram que a glia radial basal (bRG em sua sigla em inglês), regulada por fatores intrínsecos e extrínsecos, desempenha um papel fundamental na expansão tangencial do córtex cerebral.

Assim, o bRG é um requisito essencial, embora não suficiente, para gerar um córtex com curvas, pois fornece novos processos radiais pelos quais os neurônios migram radialmente, dispersando-se tangencialmente e expandindo o córtex cerebral.

“O cérebro do bebê humano, ao contrário de qualquer outro animal, triplica de tamanho durante seu primeiro ano”.
-Morton Hunt-

O cérebro do bebê em desenvolvimento

O que acontece quando o cérebro não está devidamente enrugado?

O dobramento cortical ocorre durante o desenvolvimento embrionário. A forma enrugada do cérebro se desenvolve por volta da vigésima semana de gestação e fica completa quando a criança tem um ano e meio de idade.

Isso é importante para otimizar a organização funcional e as conexões do cérebro. Além disso, permite ajustar um córtex grande a um volume craniano limitado pelo seu tamanho.

Algumas das patologias mais comuns são a polimicrogiria (formação de diversos pequenos giros) e a heterotopia nodular periventricular. Nesta última, os neurônios se acumulam ectopicamente nas proximidades dos ventrículos telencefálicos, formando nódulos que atuam como foco epiléptico.

Veja os cargos que crescem durante a pandemia do coronavírus

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