F1 – Nenhuma notícia sobre o futuro de Mick Schumacher ainda

Mick Schumacher

Mick Schumacher diz que ainda não tem notícias para dar sobre o seu futuro. O filho de 20 anos da lenda da F1, Michael Schumacher, é membro da academia de desenvolvimento da Ferrari e já testou para a equipe italiana este ano.

Mas Mick deve permanecer na Fórmula 2 por mais uma temporada no ano que vem. “Provavelmente será decidido nas próximas semanas”, disse Schumacher à Sky Deutschland em Sochi.

“Nada foi ainda discutido a ponto de dizer com certeza o que vai acontecer no próximo ano”, acrescentou.

Interessantemente, haverá dois Schumachers competindo em Sochi este fim de semana. O primo de Mick Schumacher David, o filho de Ralf Schumacher, vai substituir o piloto ferido da Fórmula 3, Alex Peroni.

“Desejo-lhe boa sorte, vai ser muito emocionante”, declarou Mick.

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Patrocinador ficará na F1 com ou sem Kubica

Robert Kubica

O patrocinador de Robert Kubica está em conversas para se tornar o novo patrocinador título da Haas. Após um desastre público e privado com a Rich Energy, a Haas rompeu recentemente com o seu antigo patrocinador título.

Por volta da mesma época, Kubica anunciou que vai deixar a Williams no final do ano. O seu lugar foi financiado principalmente pela PKN Orlen, uma companhia petrolífera polaca.

Agora, o Przeglad Sportowy relata que Orlen está em conversações com Haas, Racing Point e McLaren.

Kubica também foi ligado a um lugar na Haas e de pilotos de testes e simulador, entre rumores de que ele pode aparecer na equipe americana em manhãs de sexta-feira selecionadas em 2020.

Mas o piloto de 34 anos também admitiu o seu interesse em mudar para o campeonato alemão de carros de turismo DTM. “A PKN Orlen quer ficar no mundo da Fórmula 1 a todo custo”, afirma o correspondente Kamil Wolnicki.

“A Orlen diz que vai ficar 100% na Fórmula 1, e se o presidente Daniel Obajtek diz isso, isso significa que as conversações com o novo parceiro estão basicamente concluídas. Será com ou sem Robert Kubica”, acrescentou o jornalista.

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Doornbos preocupados com o envolvimento de Newey na F1

Adrian Newey

Um antigo piloto da Red Bull expressou preocupações sobre o futuro técnico da equipe de F1. Depois de Cingapura, o Dr. Helmut Marko disse que um erro no simulador levou a um problema de configuração que custou a Max Verstappen uma chance de vencer a corrida noturna.

Verstappen falou que era preciso “despertar”. Poucos dias antes, foi anunciado que o lendário chefe técnico da Red Bull, Adrian Newey, está se unindo ao campeão de Fórmula E Jean-Eric Vergne para criar uma nova equipe de ‘Extreme E’ chamada Veloce Racing.

Newey foi revelado como o “líder visionário” da equipe. Robert Doornbos, que correu para a Red Bull durante um período em 2006, acha que esssa é uma notícia alarmante para a equipe impulsionada pela Honda.

“Aquele homem é um génio”, disse o holandês Doornbos ao Ziggo Sport. “Acho que ele tem nove títulos mundiais em seu nome”.

“Basicamente, tudo gira em torno dele. Mas o que ouço agora é que ele está trabalhando muito menos (na Red Bull), não se comprometendo 100%”, prosseguiu.

“Ele trabalha em projetos externos como o Aston Martin Valkyrie e agora trabalha em equipe com Jean-Eric Vergne. Eu acho que quando uma organização inteira gira em torno de um homem e este homem não está completamente lá, você vai ter problemas”, acrescentou Doornbos.

Doornbos também afirmou que Verstappen pode estar nervoso com a diminuição do papel de Newey na Red Bull Racing. “Claro que sabemos que Max não tem paciência”, explicou ele.

“Só posso concordar com ele. Afinal de contas, ele pode facilmente acompanhar os outros à sua volta – é o carro que o atrasa”, concluiu o ex-piloto.

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Magnussen visa outras corridas fora da F1

Kevin Magnussen

Kevin Magnussen está de olho nas 24 horas de Daytona em janeiro próximo.

Recentemente, o dinamarquês lamentou sua carreira parada no meio do grid da Fórmula 1, declarando: “Só vou correr na Fórmula 1 enquanto acreditar que posso ser campeão do mundo”.

Agora, o piloto da Haas admitiu ter começado a olhar para além do paddock da F1. “Há tantas outras séries de automobilismo que gostaria de experimentar”, disse o piloto de 26 anos ao jornal BT. “Sempre que ligo a televisão e há uma corrida, penso que “gostaria de experimentar”.

O jornal dinamarquês disse que Magnussen espera testar pela equipe na NASCAR de Gene Haas, proprietário da equipe Haas, ainda este ano.

Quanto às corridas noutros locais, declarou Magnussen: “A Fórmula 1 é a mais importante e, com todas as corridas que fazemos, é difícil encontrar tempo para mais alguma coisa”.

“A Indy 500 é normalmente no mesmo fim de semana que Mônaco, e no próximo ano Le Mans confronta-se com o Canadá. Então, inicialmente é a corrida de 24 horas em Daytona que é uma possibilidade”, comentou o piloto da Haas.

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F2 – Luca Ghiotto vence prova atrasada por acidente em Sochi (vídeo)

Luca Ghiotto

Luca Ghiotto venceu a corrida de domingo da Fórmula 2 em Sochi, Rússia. O evento foi marcado por um forte acidente na primeira volta entre o pole Nikita Mazepin e Nobuharu Matsushita, na saída da curva 2.

Os dois pilotos foram levados ao hospital por precaução, mas nenhuma lesão mais séria foi detectada. Houve uma longa paralisação e a corrida foi reduzida para 15 voltas.

Ghiotto resistiu à forte pressão do campeão Nyck de Vries, que chegou em segundo. Callum Ilott também brigou firme com a dupla e completou o pódio em terceiro.

Sérgio Sette Câmara cruzou na quarta posição, mas o brasileiro foi penalizado em 5s por deixar e pista e ganhar vantagem, caindo para sexto. Nicholas Latifi e Guan Yu Zhou herdaram as colocações. Sean Gelael e Giuliano Alesi fecharam a zona de pontuação.

Classificação da prova:

Pos. Piloto Equipe Carro Dif.
1 Luca Ghiotto UNI-Virtuosi Dallara/Mecachrome 1h18m21.329s
2 Nyck de Vries ART Grand Prix Dallara/Mecachrome 0.712s
3 Callum Ilott Sauber Junior Team by Charouz Dallara/Mecachrome 1.672s
4 Nicholas Latifi DAMS Dallara/Mecachrome 3.383s
5 Guanyu Zhou UNI-Virtuosi Dallara/Mecachrome 3.820s
6 Sergio Sette Camara DAMS Dallara/Mecachrome 7.336s
7 Sean Gelael Prema Racing Dallara/Mecachrome 10.343s
8 Giuliano Alesi Trident Dallara/Mecachrome 13.108s
9 Jordan King MP Motorsport Dallara/Mecachrome 14.851s
10 Artem Markelov BWT Arden Dallara/Mecachrome 16.769s
11 Jack Aitken Campos Racing Dallara/Mecachrome 23.898s
12 Ralph Boschung Trident Dallara/Mecachrome 26.558s
13 Matevos Isaakyan Sauber Junior Team by Charouz Dallara/Mecachrome 27.414s
14 Louis Deletraz Carlin Dallara/Mecachrome 31.933s
15 Marino Sato Campos Racing Dallara/Mecachrome 36.472s
16 Tatiana Calderon BWT Arden Dallara/Mecachrome 43.057s
17 Mahaveer Raghunathan MP Motorsport Dallara/Mecachrome 1m01.506s
Mick Schumacher Prema Racing Dallara/Mecachrome
Nobuharu Matsushita Carlin Dallara/Mecachrome
Nikita Mazepin ART Grand Prix Dallara/Mecachrome

Vídeo:

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F1 – Confira quem já venceu o GP da Rússia

Sochi

Confira a lista de vencedores do GP da Rússia de F1:

Seq.   G. Prêmio   Nº   Piloto   Carro   Motor   Tempo   km/h 
1 2014  44  Lewis Hamilton Mercedes F1 W05 Hybrid Mercedes 1.6 V6T 1:31’50.744   202.346
2 2015  44  Lewis Hamilton Mercedes F1 W06 Hybrid Mercedes 1.6 V6T 1:37’11.024   191.232
3 2016  Nico Rosberg Mercedes F1 W07 Hybrid Mercedes 1.6 V6T 1:32’41.997   200.482
4 2017  77  Valtteri Bottas Mercedes F1 W08 EQ Power+ Mercedes 1.6 V6T 1:28’08.743   206.859
5 2018  44  Lewis Hamilton Mercedes F1 W09 EQ Power+ Mercedes 1.6 V6T 1:27’25.181   212.591

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Descansada, Chapecoense enfrenta Athletico-PR em Curitiba para renovar esperança

Em queda livre no Campeonato Brasileiro e cada vez mais distante de deixar a zona de rebaixamento, a Chapecoense busca a reabilitação neste domingo, contra o Athletico-PR, às 19 horas, na Arena da Baixada, pela 22.ª rodada, na qual tenta renovar a sua esperança na luta para permanecer na elite nacional em 2020.

São cinco jogos sem vitória e quatro derrotas seguidas. A sequência negativa colocou o time catarinense na lanterna do Brasileirão, com 14 pontos. A diferença para o Fluminense, primeiro fora da zona de rebaixamento, é de cinco.

Mas a Chapecoense tem um jogo a menos que os demais porque o duelo contra o Corinthians, pela 21.ª rodada, foi adiado por conta da participação do adversário na semifinal da Copa Sul-Americana. Essa mudança veio em boa hora, pois o técnico Marquinhos Santos teve a semana livre para treinar o elenco.

“Foi uma semana produtiva, pois tivemos a oportunidade de conhecer todo o elenco de maneira efetiva. Soubemos aproveitar esse tempo para conhecer também melhor as características técnicas, táticas e mentais”, comentou Marquinhos.

Sem nenhuma baixa por contusão, o treinador pode manter a mesma formação que iniciou jogando na derrota para o Internacional, por 1 a 0, no último domingo, no Beira-Rio. A dúvida é o zagueiro Gum, que deixou o treino de quinta-feira sentindo dores. Como a atividade desta sexta foi fechada, sua presença é uma incógnita. Douglas está de sobreaviso.

F1 – Rússia 2018: Bottas abre passagem e Hamilton vence

Lewis Hamilton

Lewis Hamilton ampliou sua vantagem sobre Sebastian Vettel na disputa pelo título mundial da Fórmula 1 com a vitória no GP da Rússia depois que a Mercedes mandou Valtteri Bottas abrir passagem.

Bottas largou na pole e era o líder real da prova, atrás de Max Verstappen, que ainda não havia parado, quando foi instruído a deixar Hamilton passar a fim de protegê-lo de Vettel.

O oitavo triunfo de Hamilton na temporada lhe deu uma vantagem de 50 pontos sobre Vettel a cinco etapas do final e ainda restam 125 pontos em jogo. O piloto da Ferrari chegou em terceiro, atrás de Bottas.

As posições do grid se mantiveram na largada e Bottas foi o primeiro a fazer seu pit-stop na volta 12. Vettel entrou na passagem seguinte e Hamilton seguiu na pista por uma volta a mais.

A Mercedes pediu para Bottas reduzir o ritmo e segurar Vettel, mas isso não foi suficiente para impedir que o alemão tomasse o segundo lugar de Hamilton.

Entretanto, o britânico ultrapassou seu rival por dentro na curva 4 momentos depois e encostou em Bottas. Seguindo seu companheiro de perto por várias voltas, Hamilton começou a desenvolver uma bolha em seu pneu traseiro esquerdo.

A Mercedes tomou uma atitude na 25ª voltas, pedindo para Bottas tirar o pé e abrir passagem para Hamilton na curva 13, o que ele fez.

Enquanto isso, Verstappen continuava liderando com relativa tranquilidade, estendendo um primeiro stint impressionante no qual ele subiu de 19º para quinto em apenas sete voltas.

O holandês finalmente parou na volta 43, deixando o caminho livre para a dupla da Mercedes confirmar a dobradinha. Bottas perguntou se eles terminariam naquela ordem, sugerindo que queria ter seu favor retribuído, mas foi informado que as posições seriam mantidas.

Kimi Raikkonen obteve uma discreta quarta colocação, enquanto Verstappen não teve velocidade com pneus ultramacios novos para desafiar o finlandês da Ferrari nos estágios finais.

Daniel Ricciardo foi o sexto após ser ultrapassado por Verstappen na largada e não conseguir uma recuperação tão rápida quanto a de seu companheiro de equipe na Red Bull.

Charles Leclerc teve uma ótima atuação, chegando a andar em quinto no início da corrida e recebendo a bandeirada em sétimo – a primeira vitória da Sauber na “classe B” em 2018.

Kevin Magnussen (Haas) foi o oitavo após se defender dos pilotos da Force India ao longo de toda a prova. Esteban Ocon inclusive abriu passagem para Sergio Perez tentar passar o dinamarquês, mas o mexicano não teve sucesso e devolveu a posição.

Classificação da prova:

Pos. Piloto Equipe Voltas Tempo/dif.
1 Lewis Hamilton MERCEDES 53 1h27m25.181s
2 Valtteri Bottas MERCEDES 53 2.545s
3 Sebastian Vettel FERRARI 53 7.487s
4 Kimi Raikkonen FERRARI 53 16.543s
5 Max Verstappen RED BULL RACING 53 31.016s
6 Daniel Ricciardo RED BULL RACING 53 1m20.451s
7 Charles Leclerc SAUBER FERRARI 53 1m38.390s
8 Kevin Magnussen HAAS FERRARI 52 1 volta
9 Esteban Ocon FORCE INDIA MERCEDES 52 1 volta
10 Sergio Perez FORCE INDIA MERCEDES 52 1 volta
11 Romain Grosjean HAAS FERRARI 52 1 volta
12 Nico Hulkenberg RENAULT 52 1 volta
13 Marcus Ericsson SAUBER FERRARI 52 1 volta
14 Fernando Alonso MCLAREN RENAULT 52 1 volta
15 Lance Stroll WILLIAMS MERCEDES 52 1 volta
16 Stoffel Vandoorne MCLAREN RENAULT 51 2 voltas
17 Carlos Sainz RENAULT 51 2 voltas
18 Sergey Sirotkin WILLIAMS MERCEDES 51 2 voltas
19 Pierre Gasly TORO ROSSO HONDA 4 abandono
20 Brendon Hartley TORO ROSSO HONDA 4 abandono

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Com Marcinho, base do Botafogo volta à Seleção após onze anos

A conexão entre Botafogo e Seleção Brasileira é histórica e até explica como o futebol é tão popular em terras tupiniquins atualmente. O Alvinegro é o clube com mais jogadores cedidos à Canarinho em Copas do Mundo, com 47 ao todo. Em três Mundiais, inclusive, atletas do Alvinegro foram essenciais para o título da equipe – Nilton Santos, Garrincha e Jairzinho, ambos revelados pelo Glorioso, são os maiores exemplos.

Com pelo menos um jogador no elenco do Brasil de todas as Copas do Mundo entre as edições de 1930 e 1990, essa relação foi um pouco apagada nos últimos anos. Com seguidas crises financeiras vividas, o Botafogo encontrou dificuldade de emplacar novos jogadores na Seleção Brasileira, principalmente os criados nas categorias de base. Isto mudou com a convocação de Marcinho, chamado por Tite na última sexta-feira para amistosos contra Senegal e Argélia.

– Marcinho é um atleta que tem o cognitivo acima da média. Sempre levou muito a sério a profissão, é dedicado, centrado. Acho que, em função disso, as coisas vão acontecer naturalmente na carreira dele. Essa é a grande diferença que vejo dele para a maioria dos atletas que já tive contato – afirmou Manoel Renha, diretor das categorias de base do Botafogo, de forma exclusiva para o LANCE!.

> O DIA A DIA DO BOTAFOGO

A Seleção Brasileira não tinha contato com um jogador criado em General Severiano desde 2008, quando Léo Moura, então atuando pelo Flamengo, foi convocado para substituir Maicon, da Inter de Milão, cortado por lesão, para participar de um amistoso contra a Irlanda, em Dublin.

A última vez que um jogador criado nas categorias de base, que estava no Botafogo no momento em que foi convocado, é ainda mais distante. Foi em 1995, com Beto, então com 20 anos, que integrou o elenco do Brasil treinado por Zagallo na Copa América disputada no Uruguai. Desde então, um atleta que literalmente carregava a estrela solitária no peito não aparecia.

Marcinho com a amarelinha (Foto: Divulgação/Botafogo)

Seja por administrações ruins, problemas financeiros e extracampo ou pouca estrutura para os jovens atletas, as categorias de base do Botafogo voltam ao foco do futebol nacional pela primeira vez em 11 anos. Chegar à Seleção é um marco, mas o Alvinegro, por mais importante que foi à Canarinho no século passado, havia se afastado disto.

– Para o clube é sempre importante ter jogador na Seleção Brasileira, principalmente hoje em dia, que a maioria dos convocados joga no exterior. Há muito tempo que não tínhamos alguém, o Jefferson foi o último que teve consistência sendo convocado. Mas antes dele, já há muitos anos, o Botafogo não tinha um jogador na seleção. Para a categoria de base, mesmo com todas as dificuldades que a gente tem, é, sem dúvida, gratificante ver um atleta que foi formado no clube chegar à Seleção Brasileira. Todos nós ficamos muito felizes por ele e pelo clube – finalizou Manoel Renha.

O Botafogo sofre com problemas de infraestrutura nas categorias de base e, principalmente, de suplementação alimentar. Os atletas que saem de General Severiano encontram dificuldades de se estabelecerem em jogos do sub-20 e da categoria principal por uma gritante diferença física em relação aos atletas adversários. Por isto que, muitas vezes, o tempo de adaptação para o elenco do Botafogo em uma categoria superior é mais demorado.

Mesmo sem emplacar nenhum jogador nas listas da seleção olímpica desde a chegada de André Jardine como técnico, a convocação de Marcinho é um indicativo de que, mesmo com todos os problemas no meio do caminho, o Botafogo ainda é capaz de revelar jogadores com nível de seleção.