Auxílio emergencial: Correios serão opção para fazer cadastro

A partir de junho, as agências dos Correios serão uma opção para quem quer fazer o cadastro para receber o auxílio emergencial do governo, benefício de R$ 600 mensais (R$ 1,2 mil para mães solteiras) pago a trabalhadores informais, microempreendedores individuais, autônomos e desempregados para amenizar os impactos do isolamento social adotado devido à pandemia do novo coronavírus.

Até este sábado (23), a Caixa Econômica Federal pagou R$ 60 bilhões de auxílio emergencial, somadas as primeiras e segunda parcelas. No total, 55,1 milhões de pessoas receberam a primeira parcela, enquanto a segunda parcela alcançou 30,4 milhões.

Auxílio emergencial: Correios serão opção para fazer cadastro

Nota divulgada pelos Correios esclarece que o início da prestação de apoio das agências postais neste cadastramento será em junho, mas ainda não tem data definida.

Conforme a nota, “as agências estão, nesse momento, em processo de adaptação dos sistemas para realização do serviço.” A estatal promete que “a data de início do atendimento, as formas de acesso da população e demais procedimentos serão amplamente divulgados pelos canais oficiais da empresa.”

BNDES estima ficar com até 25% do financiamento que socorre setor elétrico

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) estima ficar com de 20% a 25% dos empréstimos emergenciais para socorrer as distribuidoras de energia elétrica em meio à crise da pandemia de covid-19, mas trabalha para atrair mais instituições financeiras para o sindicato de bancos responsável pela operação, o que poderá reduzir essa fatia, disse neste domingo (24), uma fonte que acompanha a discussões e que pediu para não se identificar.

Dessa forma, o banco de fomento entrará com, no máximo, R$ 3,9 bilhões, já que o teto do financiamento será R$ 15,5 bilhões, como mostrou o Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

A expectativa do sindicato de bancos coordenado pelo BNDES é liberar os recursos na segunda quinzena de junho, disse a fonte.

O próximo passo do socorro ao setor elétrico é a edição de uma resolução da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O texto deverá ser apresentado na próxima reunião ordinária do órgão, na terça-feira (26), que deve abrir consulta pública de uma semana, para só então aprovar a resolução. A norma trará tanto o teto para o valor total da operação quanto a divisão por empresa. O total do financiamento poderá ser menor do que o teto, já que dependerá dos pedidos de cada empresa.

O sindicato coordenado pelo BNDES incluirá, pelo menos, Banco do Brasil, Bradesco, Itaú e Santander. Segundo a fonte ouvida neste domingo, apesar do rito da consulta pública, já nesta última semana de maio, o BNDES começará um “road show” para apresentar a operação a outras instituições financeiras, entre bancos de investimento nacionais e estrangeiros. Para a diretoria do BNDES, a atração de mais bancos sinaliza para uma “tendência” de redução na fatia da instituição de fomento no total da operação e poderá, com mais competição, reduzir os juros cobrados das empresas.

Até semana passada, as negociações sinalizavam para juros e “spreads” em torno de CDI (taxa interbancária de referência, que segue de perto a taxa básica de juros, Selic, hoje em 3,0% ao ano) mais 2% a 2,5% ao ano, como mostrou o Broadcast. Conforme a fonte ouvida neste domingo, porém, o desenho final das condições surgirá desse “road show”.

“Ativos regulatórios” – “Os bancos têm interesse, é vantajoso. As garantias são muito boas”, afirmou a fonte que pediu anonimato, lembrando que as garantias dos empréstimos serão “ativos regulatórios”, ou seja, a permissão, dada pela Aneel e pelo governo, para que as distribuidoras repassem parte dos custos com o financiamento emergencial para a conta de luz.

Como colocado no decreto presidencial publicado na semana passada, a operação montada pelo governo federal vai permitir que o setor elétrico possa tomar novos empréstimos tendo como garantia a conta de luz, mas os custos serão divididos entre os consumidores e as empresas. Os empréstimos visam a cobrir custos gerados pela crise da covid-19 no setor elétrico e evitar um reajuste médio imediato de cerca de 12% no meio da pandemia.

Inicialmente, havia uma estimativa de que o total da operação ficaria entre R$ 15 bilhões e R$ 17 bilhões. Depois, os valores foram reduzidos para algo entre R$ 10 bilhões e R$ 12 bilhões. O teto de R$ 15,5 bilhões, que deverá constar na resolução da Aneel, ficou maior porque foi permitida a entrada dos grandes consumidores na lista das empresas elegíveis ao financiamento.

Ainda que as situações e os contextos econômicos sejam completamente distintos, o modelo da linha de crédito emergencial para o setor elétrico enfrentar a covid-19 foi inspirado nos empréstimos de 2014, também operados por sindicatos coordenados pelo BNDES, quando o objetivo era ajudar as distribuidoras a arcarem com a elevação de custos de geração de energia, em meio à seca.

Nas duas operações de 2014, em abril e agosto daquele ano, o BNDES entrou com uma fatia minoritária no total. Na primeira, que teve a participação de dez bancos e atingiu R$ 11,2 bilhões, o BNDES não entrou – mas Banco do Brasil e Caixa, somados, aportaram R$ 6,5 bilhões. A segunda operação, firmada em agosto de 2014, teve 13 bancos e somou R$ 6,6 bilhões, incluindo R$ 2,7 bilhões do BNDES.

Air France precisará reduzir tráfego doméstico em troca de garantias estatais, diz ministra

PARIS (Reuters) – A Air France terá que reduzir “drasticamente” seu tráfego aéreo doméstico em troca de garantias de empréstimos estatais, disse neste domingo a ministra do Meio Ambiente da França, Elisabeth Borne.

As rotas domésticas seriam atendidas por alternativas na forma de trens de alta velocidade, observou ela, em entrevista à rádio France Inter.

No mês passado, o governo ofereceu à companhia aérea um pacote de 7 bilhões de euros composto por empréstimos bancários garantidos pelo Estado e diretamente pelo Estado.

Em troca das garantias de empréstimo, a companhia aérea prometeu reduzir as emissões domésticas de CO2 em 50% até 2024, acrescentou Borne.

(Reportagem de Geert De Clercq)

Sanções serão impostas à China e Hong Kong se nova lei de segurança for aprovada, diz conselheiro dos EUA

Os Estados Unidos estudam impor sanções à China, caso a nova lei de segurança nacional seja aprovada, disse o conselheiro de Segurança Nacional do país, Robert O’Brien, em entrevista ao programa Meet the Pres, da NBC, veiculada nesta manhã.

Segundo O’Brien, o governo norte-americano considera que com a nova lei Pequim reassumiria o controle de Hong Kong – província autônoma desde 1984. “Se o fizerem, o secretário (Mike) Pompeo provavelmente seria incapaz de certificar que Hong Kong mantém um alto grau de autonomia. E se isso acontecer, haverá sanções que serão impostas a Hong Kong e à China”, afirmou O’Brien.

Na última quinta-feira (21), o governo chinês anunciou que planeja implementar unilateralmente leis contra subversão e terrorismo nacional, bem como conluio com forças estrangeiras, incluindo o território de Hong Kong. “É difícil ver como Hong Kong poderia permanecer o centro financeiro asiático em que se tornou se a China assumir o controle. Isso seria uma tragédia para o povo de Hong Kong, mas também seria muito ruim para a China”, afirmou o conselheiro.

O’Brien acrescentou que acredita que, se aprovada a nova lei segurança nacional, instituições do mercado financeiro e corporações globais tendem a sair imediatamente de Hong Kong, assim como os cidadãos devem buscar refúgio em outros lugares, pela ausência de um sistema capitalista e de livre imprensa. “Se a China aprovar e impor essa lei, o que acho que seria um grande erro, acho que será muito difícil para o povo de Hong Kong”, avaliou. O conselheiro afirmou ainda que a perda de acesso da China à economia mundial e ao mercado financeiro por meio de Hong Kong seria um golpe ao presidente Xi Jinping e ao Partido Comunista Chinês. “Espero que eles levem isso em consideração ao contemplar o próximo passo”, observou.

Acordo entre EUA e China

Sobre as relações comerciais entre Estados Unidos e a China, O’Brien disse que o país deseja boas relações com Pequim, mas que as ações do Partido Comunista chinês dificultam. “E com relação ao acordo comercial, veremos se eles cumprem. Mas agora estamos lidando com um mundo novo com o coronavírus. Eles lançaram um vírus no mundo que destruiu trilhões de dólares em riqueza econômica americana”, acrescentou. O conselheiro disse que os Estados Unidos estão em “um lugar diferente” de relação com a China, após o país “encobrir a real situação da covid-19”.

Presidente do Fed de Boston diz que empréstimos a pequenas e médias empresas serão abertos nesta semana–CBS

WASHINGTON (Reuters) – O programa ‘Main Street’ do Federal Reserve para empréstimos a pequenas e médias empresas deve começar a receber pedidos nesta semana e a desembolsar fundos na primeira semana depois disso, afirmou o presidente do Federal Reserve de Boston, Eric Rosengen, neste domingo ao “Face the Nation”, da rede CBS.

“Acho que o dinheiro sairá nas próximas duas semanas”, disse Rosengren, cujo banco está supervisionando o programa entre vários outros que o Fed começou para compensar o impacto econômico da pandemia de coronavírus.

(Reportagem de Howard Schneider)

Reino Unido analisa impacto das sanções dos EUA na cooperação da Huawei

LONDRES (Reuters) – O Reino Unido está analisando cuidadosamente qualquer impacto que as novas sanções dos EUA à Huawei possam ter nas redes britânicas, disse um porta-voz do governo.

“Após o anúncio dos EUA de sanções adicionais contra a Huawei, o Centro Nacional de Segurança Cibernética está analisando cuidadosamente qualquer impacto que possam ter nas redes do Reino Unido”, disse um porta-voz do governo britânico.

“A segurança e a resiliência de nossas redes são de suma importância”, disse o porta-voz.

(Reportagem de Guy Faulconbridge e Jack Stubbs)

((Tradução Redação São Paulo; +55 11 56447764))

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EIRELI: Saiba o que é e como abrir esse modelo de empresa

Abrir uma empresa significa realizar diversos processos burocráticos, tais como escolher o melhor regime tributário e  executar o registro da empresa nos órgãos municipais, estaduais e federais.

No momento de executar a abertura da empresa, muitos empreendedores não sabem ao certo qual o modelo de empreendimento ideal para o seu negócio, e isso é um fator que explica a importância de contar com assessoria contábil e tributária de qualidade.

No post de hoje, vamos abordar um formato de empreendimento relativamente novo, chamado EIRELI. Para quem não sabe, EIRELI é a sigla para Empresa Individual de Responsabilidade Limitada. 

Essa modalidade de construção empresarial está se tornando cada vez mais comum, por isso, é fundamental que empreendedores em atividade e pessoas interessadas em abrir o próprio negócio saibam como funciona a EIRELI e quais são suas particularidades. 

Veja abaixo as principais características dessa forma de empreendimento e como abrir uma empresa nesses moldes. Boa leitura!

O que é EIRELI?

EIRELI é uma modalidade de empreendimento, uma representação jurídica em que há apenas um titular, ou seja, um único dono na empresa. Sendo assim, fica evidente que não é aplicável para empresas abertas em sociedade ou para empreendedores que pretendem encontrar um sócio.

Esse sistema foi criado para acabar com algo muito comum, que era a prática do “sócio fictício”, algo que se tornou comum em empresas de sociedade limitada (que exige, no mínimo, dois responsáveis).

Essa forma de empreendimento diz que o proprietário possui responsabilidade limitada com as obrigações empresariais. Isso quer dizer que o dono da empresa não poderá ter seu patrimônio pessoal afetado pelos dividendos da empresa.

No entanto, essa regra só é válida caso o responsável pela empresa não pratique nenhum ato ilícito, tais como:

  1. fraude;
  2. lavagem de dinheiro;
  3. sonegação tributária.

Em uma empresa EIRELI, a instituição é a única responsável por cumprir com suas obrigações, por essa razão, é uma modalidade bastante recomendada para micro e pequenas empresas, exatamente por se tratar de um modelo de negócio mais simplificado. 

consumidor gov

E quais são as diferenças entre EIRELI e Empresário Individual e MEI?

O fator principal de diferenciação entre EI e EIRELI é exatamente a questão do patrimônio da empresa. Na modalidade de Empresário Individual, não há a constituição de uma pessoa jurídica de ato, sendo que a empresa pode responder por seus atos com base no CPF do empreendedor.

Já no EIRELI há a criação de uma pessoa jurídica, sendo assim, perante a perspectiva das leis e normas, há uma separação entre os bens do empresário e da empresa. 

Na modalidade de Microempreendedor individual, a empresa precisa seguir algumas regras, tais como limite de faturamento, contratação de apenas um funcionário, além da necessidade de exercer as atividades que são enquadradas dentro do MEI. Tanto no EI quanto no EIRELI não existem essas necessidades. 

Outro ponto importante: EIRELI não é uma modalidade que permite ao empresário iniciar o empreendimento sem muito capital social, ou seja, não é uma empresa que pode ser aberta com pouco dinheiro

Por se tratar de uma modalidade no qual o patrimônio da pessoa física não é afetado pelas dívidas empresariais, é exigido um capital social elevado para ser EIRELI. Isso é uma espécie de garantia para evitar que a empresa “dê o calote”, caso não honre seus compromissos.

E qual é o regime tributário para EIRELI?

Assim como o Empresário Individual, uma empresa EIRELI também pode optar pelo Simples Nacional. Mas existem outros regimes que são convenientes, tais como Lucro Presumido e Lucro Real.

Caso a atividade e o faturamento da empresa se enquadrem no Simples Nacional, ela será a melhor escolha para a instituição. Mas é importante saber: se você, empresário, já tem uma empresa individual aberta, não será possível abrir outro empreendimento.

Se quiser abrir outra empresa, será necessário ter sócios, e, dessa forma, cai por terra a possibilidade de iniciar um empreendimento no formato EIRELI.

Como abrir uma empresa na modalidade EIRELI?

Para constituir uma empresa no formato EIRELI é preciso seguir etapas semelhantes aos outros formatos empresariais. É preciso elaborar um documento de constituição, que deve ser encaminhado para a Junta Comercial do estado ou no cartório da comarca na qual será implantada a empresa. Feito isso, é necessário fazer o cadastro de pessoa jurídica, o bom e velho CNPJ. 

O tempo de abertura da empresa gira entre 15 a 20 dias úteis. Em seguida, será o momento de definir o formato jurídico e o regime tributário. Para ficar mais fácil, veja o passo a passo:

  1. elaboração do Contrato Social (para empresas EIRELI, esse documento se chama Ato Constitutivo);
  2. registro na Junta Comercial;
  3. criação do CNPJ;
  4. Inscrição Estadual;
  5. Inscrição Municipal;
  6. emissão de alvará de localização e funcionamento;
  7. executar as licenças nos órgãos de regulação do estado e município;
  8. dependendo da atividade, é necessário fazer o registro no Órgão de Classe;
  9. emissão do Certificado Digital.

Devo fazer todos esses procedimentos sozinho?

Claro que não! Na verdade, nem é recomendável que o empreendedor fique responsável por essas demandas, já que elas exigem um alto conhecimento de contabilidade empresarial.

Nossa recomendação é procurar uma empresa de contabilidade de sua confiança, capaz de atuar em todos os processos necessários para dar o start na sua empresa EIRELI, tirando das costas do empreendedor toda a necessidade de gastar tempo com esses procedimentos.

Dica para contadores

Atenção você contador ou estudante de contabilidade, o trabalho para seguir com sucesso na carreira profissional é árduo, inúmeros são os desafios que vamos precisar superar nessa jornada. Mas tenha em mente que o conhecimento é o maior bem que você pode ter para conseguir conquistar qualquer que seja os seus objetivos. Exatamente por isso apresentamos para você o curso CONTADOR PROFISSIONAL NA PRÁTICA, o curso é sem enrolação, totalmente prático, você vai aprender todos os processos que um contador experiente precisa saber.

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Conteúdo original Facilite.co

Quase 10 milhões aguardam análise para auxílio emergencial de R$ 600

Quase 10 milhões de pessoas estão em análise para saber se terão direito de receber o auxílio emergencial de R$ 600. São 4,9 milhões de cadastros em primeira avaliação de dados e outros 4,8 milhões em reanálise. O cadastro no programa poderá ser feito até o dia 3 de junho.

Leia mais: Auxílio negado? Veja o passo a passo de como fazer a contestação

Os cadastros processados para pedir o benefício chegaram a 101,2 milhões. Desse total, 59 milhões foram considerados elegíveis e 42,2 milhões inelegíveis. Um dos principais motivos para a negativa do pedido dos que se inscreveram está ligado à renda. São trabalhadores informais, mas que receberam rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2018, o que impede o pagamento do benefício, de acrodo com lei do auxílio.

Quem tem direito

Para ter direito ao benefício é preciso estar desempregado, ou ser microempreendedor individual (MEI), contribuinte individual da Previdência Social e trabalhador informal. Além de pertencer à família cuja renda mensal por pessoa não ultrapasse meio salário mínimo  (R$ 522,50), ou cuja renda familiar total seja de até 3 (três) salários mínimos (R$ 3.135,00).

A Caixa Econômica Federal já pagou desde 9 de abril R$ 60 bilhões de auxílio emergencial, somadas as primeiras e segunda parcelas. No total, 55,1 milhões de pessoas receberam a primeira parcela. O pagamento da segunda parcela alcançou 30,4 milhões de trabalhadores informais, microempreendedores individuais, autônomos e desempregados. O auxílio emergencial é de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mães solteiras), por parcela.

Do total pago até agora, R$ 22,8 bilhões foram para beneficiários do Bolsa Família, R$ 11,7 bilhões para aqueles inscritos no Cadastro Único para os Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e R$ 25,5 bilhões para quem se cadastrou pelo site ou aplicativo do auxílio emergencial.

Saques da primeira parcela

Nesta segunda-feira (25), continua o calendário de pagamentos para evitar formação de filas e agolmerações nas agências, que abrem das 8h às 14h, mesmo com o feriado em São Paulo.

Poderão sacar a primeira parcela os beneficiários nascidos em agosto; na terça-feira (26), nascidos em setembro; na quarta-feira (27), aniversariantes de outubro; na quinta-feira (28), de novembro, e na sexta-feira (29), de dezembro.

Nesta segunda também será liberado depósito da segunda parcela do benefício a 5 milhões de trabalhadores informais nascidos em setembro ou outubro, que fizeram o cadastro pelo aplicativo da Caixa ou pelo cadastro único do governo federal.

Esse grupo vai receber em depósito na conta poupança digital. Para evitar aglomeração e filas nas agências, o saque para esse grupo só começa a partir do dia 30 de maio, também de acordo com a data de nascimento. Mas por meio do aplicativo Caixa Tem é possível pagar contas de água, luz, telefone e boletos, além de fazer compras de alimentos, roupas ou medicamentos pela internet.

No caso dos beneficiários do Bolsa Família, o calendário está dividido conforme as datas habituais de pagamento para quem integra o programa. Nesta segunda, será para quem tem NIS com final 6.

Primeira parcela para novo grupo

Segunda-feira (25) – nascidos em agosto
Terça-feira (26)- nascidos em setembro
Quarta-feira (27) –  nascidos em outubro
Quinta-feira (28) – nascidos novembro
Sexta-feira (29) – nascidos em dezembro

Depósito da segunda parcela

Segunda-feira (25) – nascidos em setembro ou outubro
Terça-feira (26) – nascidos em novembro ou dezembro

Saque da segunda parcela

Nascidos em janeiro: 30 de maio
Nascidos em fevereiro: 1º de junho
Nascidos em março: 2 de junho
Nascidos em abril: 3 de junho
Nascidos em maio: 4 de junho
Nascidos em junho: 5 de junho
Nascidos em julho: 6 de junho
Nascidos em agosto: 8 de junho
Nascidos em setembro: 9 de junho
Nascidos em outubro: 10 de junho
Nascidos em novembro: 12 de junho
Nascidos em dezembro: 13 de junho

Segunda parcela do Bolsa Família

25 de maio: NIS 6
26 de maio: NIS 7
27 de maio: NIS 8
28 de maio: NIS 9
29 de maio: NIS 0

FGTS: Novo saque de R$ 1.045 começa mês que vem, veja quem recebe

Se você é um dos cidadãos brasileiros que buscam uma renda adicional devido à incerteza da nova pandemia de coronavírus, está no lugar certo. Novo saque Fundo de Garantia de Serviço (FGTS) vai ser liberado no próximo mês. Se você quiser saber mais sobre os benefícios, se você já possui um calendário e como verificar seu saldo, confira!

O novo saque do FGTS

De acordo com informações está previsto para que o valor do FGTS seja repassado para os trabalhadores no dia 31, mas a liberação para saque deve começar no dia 15 de junho. Um dos objetivos em postergar a data de saque seria para evitar aglomerações e também para que o calendário não se misture com o calendário de saque do Auxílio Emergencial.

O saque emergencial do FGTS utilizará tanto as contas ativas (emprego atual) dos brasileiros como também as contas inativas (empregos anteriores), podendo ser sacado um valor de até R$ 1.045.

Calendário

Chegamos em uma parte muito importante, apesar das inúmeras notícias o calendário de saque AINDA não saiu, ou seja, caso você encontre algum calendário divulgando o novo saque emergencial até a data desta publicação pode desconsiderar, a Caixa Econômica Federal ainda não tem um calendário definido e está preparando as regras para o resgate desse dinheiro.

Quem terá direito ao saque?

Se você trabalhou de carteira assinada nos últimos anos e possui saldo nas contas do FGTS, você terá direito. Se o seu saldo for superior a um salário mínimo atual, você poderá sacar até R $ 1.045. O primeiro dia da retirada começa no dia 15 de junho e apenas algumas pessoas vão poder resgatar o dinheiro neste primeiro dia.

A divisão do calendário pela data impede a agregação de agências, incluindo o não cumprimento das datas de retirada da assistência de emergência. Onde haverá um calendário dividido por datas para evitar aglomeração nas agências, inclusive para não bater com as datas de saque do Auxílio Emergencial.

De acordo com a MP, terá prioridade no calendário de saque os brasileiros que possuem apenas contas inativas. Também terá prioridade os brasileiros que possuem menos saldo.

Como consultar meu saldo?

É simples, para consultar se terá direito de sacar o saldo do Fundo de Garantia, basta que você acesse o site da Caixa ou baixe o aplicativo do FGTS, que está disponível na Google Play e na AppStore.

Ao acessar o app da Caixa, será ainda solicitado que insira o número do NIS (o seu número de Identificação Social) ou CPF. Após o preenchimento, clique na opção cadastrar senha.

Você também pode consultar pelo site da Caixa. Nesse caso, também será necessário informar o número do NIS ou o CPF e, em seguida, fazer o cadastro de sua senha.

Por fim, após realizar o cadastro da senha, basta cadastrar todos os seus dados pessoais. No final, será necessário criar uma senha com no máximo 8 dígitos, lembando que, a senha precisa conter letras e números.

Transformação Digital: empresas contábeis buscam diversificar oferta de serviços

Com o crescimento da digitalização e uma maior facilidade para troca de informaçōes, contadores passaram a adotar novas maneiras de atender pequenas e médias empresas. Porém, mesmo que a automação permita aos escritórios de contabilidade ir além do trabalho contábil tradicional, esta ainda não é uma realidade que abrange todo o segmento.

De acordo com dados do SEBRAE, 70% das PMEs brasileiras contratam apenas serviços básicos dos seus contadores, sendo que 61% delas declararam estar dispostas a pagar mais por serviços de consultoria. Esse cenário mostra que não adotar ferramentas que otimizem e viabilizem inovações na oferta dos serviços, tende a barrar o crescimento do mercado contábil.

Serviços contábeis

Davi Viana, head de Vendas da Intuit QuickBooks, fintech americana desenvolvedora de soluções de gestão financeira para PMEs e empresas de contabilidade, explica que, por muito tempo, os contadores eram vistos exclusivamente como responsáveis apenas pela entrega de obrigações acessórias impostas pelos órgãos governamentais.

“A mudança desse pensamento veio muito com o aumento da concorrência, que fez com que os profissionais buscassem novos serviços para oferecer aos seus clientes e, consequentemente, agregasse mais valor ao seu trabalho”, comenta Viana.

Com o aumento do número de PMEs no Brasil, a demanda acaba gerando oportunidades para o mercado de contabilidade se reinventar e explorar novas frentes de trabalho. Como, por exemplo, o desenvolvimento dos planos de negócios de uma empresa. Atualmente, apenas 22% das empresas contábeis oferecem esse serviço aos seus clientes, demonstrando que a disparidade entre demanda e oferta ainda é um problema para o segmento.

Transformação digital

A tendência, no entanto, é que o cenário mude nos próximos anos. O aumento no uso de tecnologias e comportamento empreendedor já tem transformado algumas empresas contábeis em verdadeiros “centros de serviços” para as PMEs e, atualmente, os novos produtos criados por empresas contábeis já englobam atividades que vão desde a terceirização das rotinas financeiras das PMEs – conhecido como BPO financeiro – até apoio em iniciativas de marketing, vendas, assessoria jurídica e recuperação de tributos.

Para Davi, a oportunidade é mútua. “Contadores ganham com a possibilidade de vender novos produtos e aumentarem suas receitas, e empreendedores, por sua vez, se sentem mais confortáveis em contar com o apoio de um especialista que conhece profundamente seu negócio”, conta. “A Intuit globalmente é uma protagonista no movimento que tem acelerado a transformação digital das empresas e, aqui no Brasil, estamos prontos para apoiar empreendedores e contadores a crescerem cada vez mais seus negócios e aumentar a prosperidade de suas empresas”, finaliza.