Fred irá de BH ao Rio de bicicleta e doará cestas básicas por km percorrido

Anunciado pelo Fluminense neste domingo, Fred vai transformar o seu retorno ao clube em um momento de solidariedade durante a pandemia do novo coronavírus. Ele revelou que vai fazer de bicicleta o trajeto de Belo Horizonte, onde está no momento, até o CT do Fluminense, no Rio de Janeiro, e vai doar uma cesta básica para cada um dos aproximadamente 600km rodados. Além disso, todos os valores de cachê gerados através das parcerias serão inteiramente doados pelo jogador para comprar alimentos às famílias necessitadas. O “Tour do Fred” começa nesta segunda-feira.

– É um momento marcante pra mim, estou voltando pra minha casa! Quando vimos a possibilidade de unir uma causa maior a esse momento, ajudar famílias que precisam, não pensei duas vezes e decidi ir de bike – disse Fred, que espera o apoio de todas as torcidas na campanha.

– É claro que essa é uma jornada do meu retorno ao Fluminense, mas o objetivo maior é a solidariedade, por isso, gostaria de contar com o apoio das torcidas de todos os clubes, porque a causa é nobre, é de coração mesmo. Vamos levar amor em forma de alimento a quem perdeu as esperanças de dias melhores em tempos de pandemia, e graças a Deus o futebol tem a capacidade de conseguir mobilizar tão rapidamente tantas pessoas. Quando as torcidas se unem, coisas maravilhosas acontecem. O objetivo é encher um campo de futebol com cestas básicas e garantir o alimento na mesa de famílias que estão passando dificuldades – completou o jogador.

Para não ter aglomerações em tempos que o isolamento social é recomendando, a duração do percurso e a localização do jogador durante o “tour” não serão revelados. Inclusive, Fred fez um apelo para os torcedores do Fluminense respeitarem as recomendações das autoridades de saúde e ficarem em casa.

– Um pedido meu mesmo, pra que a torcida do Fluminense fique em casa e mostre sua força de outra forma, fazendo as doações que puderem. Estamos todos ansiosos pelo reencontro pessoalmente, mas o momento ainda não é esse. Cada um fazendo sua parte, eu pedalando, e vocês ajudando, minha chegada ao CT do Fluminense ficará pra sempre marcada como um momento de alegria, união e solidariedade, algo inédito na história do futebol mundial.

Fred contou como surgiu a ideia de fazer o retorno ao Tricolor dessa forma em um momento que o Brasil sofre por conta da COVID-19. O atacante também garantiu que vai chegar o momento de cair nos braços da torcida na sua volta ao clube.

– O mais importante é que essa ideia surgiu de uma vontade de fazer o momento da minha chegada ao Fluminense algo que pudesse fazer a diferença pras famílias que precisam. A torcida pode ficar despreocupada, que, quando tudo isso passar, a gente vai fazer alguma coisa legal pra marcar esse reencontro. É o que eu mais quero, mas com a garantia de que todos estarão em segurança – afirmou.

Fred incluiu a bicicleta em seus treinos na sua fazenda no interior de Minas Gerais durante a quarentena e esse projeto vai ser a prova que a iniciativa fez bem ao seu preparo físico. Nos últimos três meses, o atacante pedalava com frequência, sempre ao lado de seu preparador físico Jefferson Souza.

Quadrilha desvia 3 toneladas de droga de facção criminosa em SP

Uma investigação policial revelou um esquema de desvio de drogas no Porto de Santos. Traficantes roubavam cocaína de uma facção criminosa e depois revendiam a droga roubada para os criminosos da mesma facção.

A suspeita é que tenham sido desviadas mais de três toneladas da droga, segundo apurou o Domingo Espetacular.

Por trás do esquema havia policiais e ex-policiais militares.

Na maioria das vezes, a droga sai de países como Colômbia, Paraguai e Bolívia, entra ilegalmente no Brasil e chega até o Porto de Santos. De lá, é enviada escondida em contêiners para a Europa.

Mas os criminosos descobriram uma brecha no esquema do tráfico de drogas comandado pela facção.

A droga que deveria para a Europa era desviada antes de chegar ao destino e depois era revendida para a mesma organização criminosa que acabava pagando duas vezes pela mesma mercadoria.

O esquema veio à tona depois de uma operação policial em outubro de 2019 em um prédio comercial, em um bairro nobre de São Paulo. Cinco pessoas foram presas em flagrantes por tráfico. Com eles estavam quase 30 kg de cocaína, duas armas, e R$ 240 mil em dinheiro.

Ex-jogador envolvido

Entre os presos estava o policial militar Wellington Ferreira, um ex-jogador de futebol que era conhecido como Wellington Índio, com passagens por Palmeiras, times do Paraná, Minas Gerais e da Suíça.

O outro detido foi Rodoldo Santos morador da Baixada Santista. Rodolfo teria encontro marcado em um dos escritórios com Gilmara Lasclota, também presa na operação.

Segundo a investigação, Wellington era responsável por trazer a droga para São Paulo e entregar para Gilmara.

A polícia já estava em olho em Wellington Ferreira na Baixada Santista. Seguindo os passos dele, chegou ao ex-policial Leonardo da Costa Figueiredo, de 26 anos.

Leonardo vivia cercado por um padrão de vida nada compatível com o de um ex-policial. Morava em um condomínio de luxo no Guarujá. O lugar teria servido de ponto de encontro para os integrantes do grupo que desviava droga do crime organizado. O lugar é todo cercado, com moderno sistema de segurança. Lá dentro, só mansões avaliadas em alguns milhões de reais.

Segundo as investigações, foi Leonardo quem autorizou várias vezes a entrada do policial Wellington no condomínio, inclusive no dia 10 de outubro dia das prisões. Ele não chegou a ser preso, mas prestou depoimento no Deic. O ex-policial disse que é empresário, mas não soube justificar a renda para manter sua vida de luxo. Negou qualquer envolvimento com o tráfico de drogas, não sabendo informar sobre qualquer envolvimento de Wellington em atividade relacionada ao tráfico de entorpencente.

Depois que o esquema foi descoberto, Leonardo deixou a mansão e não foi mais encontrado. Naquela noite de 10 de outubro, Wellington saiu da mansão de Leonardo e foi preso no prédio de Gilmara.

Caminhoneiros

Mas como o grupo da Baixada Santista conseguia saber onde procurar a droga? É aí que entram dois homens que, segundo a polícia, eram encarregados de recrutar caminhoneiros para realizar a parte mais importante do esquema. A interceptação da cocaína da facção criminosa. Os caminhoneiross levavam contêineres ao porto e saíam de lá com a droga. Os aliciadores da quadrilha também participaram de reuniões no condomínio, algumas vezes.

Ivo Oliveira Rodrigues, o Japa, era caminhoneiro, e Erivan Lima de Barros, seu ajudante. Os registros do local confirmam as entradas de Ivo e Erivan no condomínio de luxo, autorizadas por Leonardo. A suspeita é que eles, junto com policiais e outras pessoas com acesso ao porto, ajudariam a desviar a droga para a facção.

Mas como a quadrilha do Guarujá conseguia desviar a carga sem levantar a suspeita dos traficantes? A resposta veio dois meses após a prisão do grupo. Em dezembro do ano passado, uma nova ação da Polícia Civil apreendeu 20 tijolos de cocaína escondidos em um contêner que transportava limões.

Ao testar a droga, a polícia descobriu que do total da carga, 66 kgs eram de cafeína, um pó branco bem parecido com cocaína. Para disfarçar o roubo, os traficantes substituíam a droga por outro produto.

A farra da quadrilha de Santos durou pouco. A facção iniciou uma reação. O motorista Ivo, o Japa, desapareceu. Em um boletim de ocorrência, o pai dele disse que na comunidade onde mora “informaram que ele havia sido sequestrado juntamente com outros dois indivíduos e levado para Cubatão, na Baixada Santista”. E depois veio a “notícia de que ele teria sido morto em São Paulo”.

Depois da descoberta do desvio da droga no carregamento de limões, teria sido a vez de Erivan. Ele foi morto na periferia do Guarujá. Tudo indica ter sido mais uma queima de arquivo a pedido da facção criminosa.

Segundo o procurador de Justiça Márcio Sérgio Christino, nesses casos há sempre execução. “Às vezes é mais util apresentar o corpo como uma mostra de poder, dizer que ele foi justiçado, ou às vezes eles desaparecem com o corpo, até porque nem assumem a realidade, nem chegam a divulgar que fizeram aquela execução, e acabam gerando tão somente um desaparecimento”, explica o procurador.

Nos depoimentos, os presos em flagrante negaram qualquer relação com o tráfico.
Gilmara Lasclota está em prisão domiciliar. O advogado dela disse que “ela é inocente. ela é empresária. trabalha com administração de imóveis, com grandes empresários, e não é relacionada ao tráfico de drogas”. A defesa do ex-PM Leonardo da Costa Figueiredo diz que ele está em local não sabido. A defesa do policial Wellington Ferreira não retornou o contato da reportagem.

Trump é levado a bunker após manifestações em Washington

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi levado neste domingo (31) a um bunker da Casa Branca, em Washington, após os protestos que ocorreram na capital do país pela morte de George Floyd.

Com tensão por conta da segurança de Trump, o Serviço Secreto dos EUA teria tomado a decisão já na última sexta-feira (29), como informa o jornal The New York Times, devido às manifestações que ocorreram diante da Casa Branca naquele dia. As imagens dos protestos de sexta teriam causado inquietação nos agentes de segurança do presidente estadunidense.

Ainda segundo o jornal, apesar das autoridades afirmarem que não estiveram em perigo, Trump e sua família se abalaram com os protestos que aconteceram em frente à mansão do poder executivo norte-americano.

Embora tenha se mostrado empático a morte de Floyd, homem negro morto asfixiado — sem apresentar resistência — por um policial branco na última segunda, Trump assumiu uma postura mais ofensiva em relação aos manifestantes que ocuparam as ruas de várias cidades nos Estados Unidos ao longo da semana.

“Sejam firmes, prefeitos e governadores democratas. Essas pessoas são anarquistas. Chame nossa Guarda Nacional agora”, escreveu o presidente em sua conta oficial no Twitter. Ainda na rede social, Trump afirmou que classificaria um movimento antifascista como terrorista.

PM analisará vídeos para identificar provocadores em ato na Paulista

O secretário-executivo da Polícia Militar, coronel Álvaro Camilo, afirmou que a corporação deverá agir nas próximas horas para tentar identificar as pessoas que teriam se infiltrado no grupo de manifestantes contrários ao presidente Jair Bolsonaro, deflagrando a briga que levou à ação da corporação na tarde deste domingo (31), na Avenida Paulista.

Segundo Camilo, informações iniciais que ele recebeu do comando da PM indicam que ao menos duas pessoas teriam ido em frente ao Masp, onde se concentrava os manifestantes, e teriam provocado os participantes do ato. O organizador do movimento Somos Democracia, Danilo Pássaro, de 27 anos, informou que a dupla portava símbolos neonazistas – informação não confirmada oficialmente pela PM.

“A gente vai identificar tudo, inclusive quem realmente provocou, por que provocou, se estavam ou não com bandeiras (neonazistas) e responsabilizar cada um conforme sua atitude na manifestação”, afirmou o coronel Camilo. “Os que forem identificados serão chamados à responsabilidade, seja por quebra da ordem, seja por estarem atentando contra a democracia. Essas pessoas serão responsabilizadas, desde que identificadas.”

Coronel Camilo disse ainda que serão analisadas imagens gravadas pelos manifestantes, por câmeras de segurança da Avenida Paulista e os vídeos dos protestos divulgados nas redes sociais. Um inquérito será aberto para apurar o que ocorreu na manifestação.

Hamilton se irrita do silêncio da F-1 no caso George Floyd e insinua racismo

Depois de chamar as autoridades norte-americanas de “desgraça”, ao protestar sobre o caso George Floyd, homem negro asfixiado e morto por um policial americano na semana passada, Lewis Hamilton voltou a se posicionar nas redes sociais desta vez contra seus colegas de Fórmula 1.

“Eu vejo aqueles de vocês que ficam calados, alguns de vocês são as maiores estrelas, e ainda assim ficam calados no meio da injustiça. Não há sinal de ninguém na minha indústria que, é claro, é o esporte dominado por brancos”, afirmou, neste domingo, o hexacampeão mundial.

Hamilton insinuou que exista racismo em seu esporte. “Eu sou uma das únicas pessoas negras lá e ainda estou sozinho. Eu teria pensado que agora você veria por que isso acontece e diria algo sobre isso, mas você não pode ficar ao lado. Só sei que sei quem você é e eu vejo você”, disse, decepcionado.

George Floyd morreu asfixiado por um policial na cidade de Minneapolis, em Minnesota, Estados Unidos, que ficou por cerca de oito minutos pressionando o pescoço do homem negro de 40 anos com o joelho. A ação foi filmada e divulgada por todo o mundo.

Atacante Vinícius Popó, do Cruzeiro, testa positivo para covid-19

O Cruzeiro anunciou, neste domingo, que o atacante Vinícius Popó testou positivo para a covid-19 em exame realizado na sexta-feira. Ele se junta ao meia Matheusinho, do América-MG e ao equatoriano Cazares, do Atlético-MG, os outros jogadores infectados do futebol mineiro.

Assintomático, Vinicius Popó já foi afastado dos treinamentos seguindo as orientações de isolamento social e está em casa, onde será monitorado pelos médicos do clube.

Segundo comunicado do clube, o atleta não teve contato com nenhum outro jogador ou com membro da comissão técnica do Cruzeiro como orienta o protocolo de segurança.

A agenda de treinos da semana, que começa com atividades nesta segunda-feira, às 9h, está mantida apesar do caso de Vinícius Popó.

NASCAR – Líderes vacilam e Keselowski herda vitória em Bristol

Brad Keselowski venceu a “Supermarket Heroes 500”, nona etapa da NASCAR Cup Series 2020, disputada mais uma vez sem público neste domingo no Bristol Motor Speedway. Foi a segunda vitória dele no ano.

A corrida caiu no colo do piloto da Penske. Denny Hamlin liderava desde o último pit stop, mas cometeu um erro a 12 voltas do final. Chase Elliott e Joey Logano travaram um duelo feroz pela liderança após a última relargada, mas acabaram se tocando a três voltas do final.

Keselowski, que se recuperou de uma punição, cruzou 0s471 à frente de Clint Bowyer, o segundo colocado. Jimmie Johnson fez uma corrida sólida e chegou em terceiro, à frente de Kyle Busch, que liderava antes da última rodada de paradas nos boxes.

A prova teve sete líderes e 21 trocas na liderança. A bandeira amarela foi acionada 7 vezes, e uma a vermelha, após batida de Ricky Stenhouse Jr. em toque de Johnson no segundo estágio. Elliott foi o vencedor do primeiro e do segundo segmento.

Classificação da prova:

Pos. Piloto Carro Marca Voltas Grid Lideradas Pontos Bônus Pênalti
1 Brad Keselowski 2 Ford 500 1 116 50 10 0
2 Clint Bowyer 14 Ford 500 23 0 40 5 0
3 Jimmie Johnson 48 Chevrolet 500 24 0 35 1 0
4 Kyle Busch 18 Toyota 500 7 100 39 6 0
5 Erik Jones 20 Toyota 500 15 0 35 3 0
6 Austin Dillon 3 Chevrolet 500 20 0 31 0 0
7 Kurt Busch 1 Chevrolet 500 12 0 30 0 0
8 William Byron 24 Chevrolet 500 13 0 33 4 0
9 Christopher Bell 95 Toyota 500 35 0 28 0 0
10 Bubba Wallace 43 Chevrolet 500 36 0 27 0 0
11 Kevin Harvick 4 Ford 500 8 0 39 13 0
12 Ryan Preece 37 Chevrolet 500 33 0 25 0 0
13 John Hunter Nemechek 38 Ford 500 18 0 24 0 0
14 Michael McDowell 34 Ford 500 25 0 23 0 0
15 Ryan Newman 6 Ford 500 17 0 22 0 0
16 Matt Kenseth 42 Chevrolet 500 14 0 21 0 0
17 Denny Hamlin 11 Toyota 500 10 131 32 12 0
18 Daniel Suarez 96 Toyota 500 37 0 19 0 0
19 Timmy Hill 66 Toyota 500 38 0 0 0 0
20 Martin Truex Jr. 19 Toyota 500 5 0 17 0 0
21 Joey Logano 22 Ford 500 3 2 29 13 0
22 Chase Elliott 9 Chevrolet 500 6 88 35 20 0
23 Chris Buescher 17 Ford 496 19 0 15 1 0
24 Brennan Poole 15 Chevrolet 494 34 0 13 0 0
25 J.J. Yeley 7 Chevrolet 492 40 0 0 0 0
26 Garrett Smithley 77 Chevrolet 489 31 0 0 0 0
27 Quin Houff 00 Chevrolet 483 28 0 10 0 0
28 B.J. McLeod 78 Chevrolet 477 39 0 0 0 0
29 Aric Almirola 10 Ford 470 2 0 15 7 0
30 Gray Gaulding 27 Ford 456 30 0 7 0 0
31 Matt DiBenedetto 21 Ford 456 9 4 10 4 0
32 Corey LaJoie 32 Ford 375 32 0 5 0 0
33 Joey Gase 51 Chevrolet 302 27 0 0 0 0
34 Ricky Stenhouse Jr. 47 Chevrolet 298 16 0 5 2 0
35 Cole Custer 41 Ford 298 22 0 2 0 0
36 Tyler Reddick 8 Chevrolet 298 21 0 1 0 0
37 Alex Bowman 88 Chevrolet 298 11 0 1 0 0
38 Bayley Currey 53 Chevrolet 203 26 0 0 0 0
39 Ty Dillon 13 Chevrolet 201 29 0 1 0 0
40 Ryan Blaney 12 Ford 199 4 60 10 9 0

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Após testes, médico do Vasco revela 16 casos positivos de covid-19 no elenco

O diretor médico Marcos Teixeira revelou que 16 atletas do Vasco testaram positivo para o coronavírus durante os exames que foram realizados neste domingo. Todos os jogadores vão ser isolados e passaram por tratamento e isolamento.

Segundo o médico, 250 pessoas, de mais de cem famílias, foram examinadas e 350 exames feitos. Anteriormente, o Vasco anunciou que três jogadores também haviam sido diagnosticados com a covid-19 e já estão curados. Todos os casos, até agora, foram assintomáticos.

Nesta segunda-feira, o restante do elenco vascaíno via passar por mais uma bateria de testes, em São Januário. “Só fazemos fazer o que está permitido pelas autoridades. Faremos exames médicos, avaliação da fisioterapia e fisiológica. Não haverá treino propriamente dito, porque vamos seguir exatamente o que está autorizado pela Prefeitura e pelos órgãos que regulam as atividades”, afirmou Teixeira.

Marcos Cezar, coordenador científico do Vasco, listou avaliações que serão feitas nos jogadores. “A partir desta segunda-feira iremos iniciar bateria de avaliação nos nossos atletas com o objetivo de identificar os níveis de condição física em que se encontram após o período de mais de 70 dias de inatividade por conta do isolamento social. Serão avaliações da composição corporal, dos níveis de força e também funcionais. Identificar como estão os padrões de movimentos dos atletas, pensando que nesse período de recesso pode ter acontecido algumas perdas significativas e também na capacidade aeróbia para que possamos traçar um protocolo de reabilitação.”

Casagrande fala sobre mortes de João Pedro e George Floyd: ‘Temos que brigar pela paz’

O clima político vem se agravando cada vez mais ao redor do mundo. A morte de George Floyd, homem negro assassinado por um policial branco que pressionou seu joelho contra o pescoço até asfixia-lo, despertou diversos protestos ao redor do mundo contra a violência policial.

Através de sua conta no Instagram, o comentarista Walter Casagrande se manifestou sobre o estado da sociedade em um vídeo e afirmou que ‘nós não queremos mais o ódio, queremos paz, amor’, além de ressaltar que todos devem se posicionar sobre o tema.

– Olá, pessoal! Vim falar sobre um assunto muito sério. Há duas semanas, o garoto João Pedro, 14, negro, foi assassinado no Rio de Janeiro por policiais. E isso acontece constantemente aqui no Brasil. Essa semana, lá nos Estados Unidos, um homem negro chamado George Floyd também foi assassinado por policiais brancos. E as pessoas estão se manifestando. Nós não queremos mais o ódio, queremos paz, amor. Eu sou contra racismo, homofobia, preconceito. E eu acho que nós devemos nos posicionar. Não podemos mais aceitar atitudes de ódio na nossa sociedade, temos que brigar pela paz, pelo amor e contra o racismo. Um beijo a todos – afirmou.

Hamilton condena comunidade da F1 por silêncio contra o racismo

O hexacampeão mundial de F1 Lewis Hamilton foi às redes sociais no domingo para denunciar o silêncio de seus pares pela injustiça racial e o assassinato em Minneapolis do negro desarmado George Floyd.

Angústia e raiva varreram várias cidades importantes dos EUA neste fim de semana em resposta à morte do americano de 46 anos sufocado por um policial branco com histórico racista na última quinta-feira, enquanto estava sob a custódia da polícia.

O policial ficou mais de 8 minutos sufocando George Floyd com seu joelho até matá-lo, enquanto outros policiais que estavam junto nada fizeram para impedir o lento assassinato a sangue frio.

Vídeos de transeuntes mostrando a cena “viralizaram” na internet e protestos em massa eclodiram em todo o país, provocando inquietação e violência, com mais de 20 cidades dos EUA impondo toque de recolher, enquanto membros da Guarda Nacional foram ativados em 15 estados.

Centenas de figuras públicas bem conhecidas do mundo do esporte e do entretenimento expressaram seu apoio aos protestos e ao movimento ‘Black Lives Matter’, incluindo Hamilton, que foi ao Instagram no domingo para condenar a comunidade de F1 por “ficar calada” pelo assassinato de Floyd.

“Eu vejo aqueles que ficam calados, alguns de vocês são as maiores estrelas e ainda ficam calados no meio dessa injustiça”, escreveu Hamilton.

“Nem um sinal de ninguém da minha indústria que, é claro, é um esporte dominado por brancos. Sou uma das únicas pessoas de cor que ainda existem na F1.”

“Eu já teria pensado que você veria por que isso acontece e diria algo sobre isso, mas você não pode ficar ao nosso lado. Apenas saiba que eu sei quem você é e eu vejo você…”

O piloto da McLaren, Lando Norris, exibiu uma mensagem em sua biografia do Twitch: “Assine as petições BLM #BLACKLIVESMATTER”.

Em um segundo post no Instagram, Hamilton acrescentou: “Eu não apoio aqueles saques e prédios em chamas, mas aqueles que protestam pacificamente.”

“Não pode haver paz até que nossos chamados líderes façam mudanças. Não são apenas nos Estados Unidos, mas no Reino Unido, na Espanha, na Itália e em todo o mundo.”

“A maneira como as minorias são tratadas precisa mudar, como você educa as pessoas do seu classismo e que somos todos iguais! Não nascemos com racismo e ódio em nossos corações, isso é ensinado por aqueles que admiramos”.

No passado, Hamilton, que cresceu em uma modesta casa de projeto habitacional em Stevenage, na Grã-Bretanha, subiu a escada do automobilismo com dignidade e brilhantismo para se tornar o primeiro piloto negro da F1 a conquistar o título mundial e um dos atletas mais bem pagos do mundo.

Ele muitas vezes manifestou suas preocupações com a falta de diversidade da Fórmula 1, pedindo mudanças no esporte à medida que as coisas avançam.

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